Conseguir um emprego no mundo contemporâneo está sendo um dos maiores desafios que grande parcela da humanidade vem enfrentando nos últimos tempos. Obter uma colocação satisfatória se tornou uma tarefa árdua, principalmente, em épocas nas quais o mercado de trabalho se encontra extremamente recessivo. Para quem está procurando novas e melhores oportunidades em sua vida profissional, acompanhe as dicas valiosas que podem ser decisivas para se vencer a maratona do emprego.
Durante uma entrevista de seleção com o diretor de recursos humanos de uma empresa multinacional, por exemplo, um profissional da área de marketing se vê embaraçado diante ao seguinte questionamento: “Me fale um pouco sobre a sua infância?”. Não bastasse a situação, o empregador ainda solicita que o candidato responda a pergunta utilizando apenas gestos. E agora, o que fazer?
Entrevistas deste tipo são cada vez mais comuns durante os processos seletivos das empresas modernas. Diferentemente do passado, quando se contratava tendo como base apenas a formação acadêmica e os cursos extracurriculares, atualmente se tornou necessário identificar um conjunto de competências emocionais que irão diferenciar um candidato dos demais, e isso vai muito além da mera análise de um currículo bem elaborado. Na verdade, as organizações modernas estão a “caça” de talentos com uma boa base teórica, mas que também possuam virtudes de caráter subjetivo, que são imprescindíveis frente à nova realidade social e econômica. Algo do tipo: capacidade para solucionar problemas, para desenvolver trabalhos em equipe, para liderar, enfim, qualificações pessoais ligadas a aspectos de personalidade e ao perfil psicológico como um todo.
E, para identificar estes profissionais no mercado de trabalho, vale tudo. Muitas organizações desenvolvem verdadeiras maratonas de testes rigorosos, dinâmicas de grupo, simulações mirabolantes, entrevistas individuais e em grupo e até mesmo exames grafológicos, com o objetivo de contratar o suposto “candidato ideal”. Outras, visando obter serviços especializados, preferem recorrer às consultorias de recursos humanos e aos headhunters, dependendo do nível do cargo em questão. E para os trabalhadores, não resta alternativa senão a de estarem preparados para participar dos elaborados processos de recrutamento e seleção e disputar as concorridas oportunidades de colocação que surgem no mercado de trabalho. Afinal, mais do que nunca, é preciso ter habilidade para “vender o próprio peixe”, uma vez que tal iniciativa pode ser fator determinante de sucesso ou fracasso durante a acirrada disputa por um lugar ao sol.
Vejamos, então, algumas das principais regras que devem ser seguidas por todos aqueles que desejam se destacar durante um processo de seleção. Entre elas, as principais são: elaborar um currículo eficiente; fazer uma auto-avaliação; criar suas próprias oportunidades; cuidar da sua aparência; se preparar para as entrevistas; encarar os encontros seletivos com ética e profissionalismo; adiar ao máximo as discussões sobre salário e; após os encontros seletivos, mostrar interesse alguns dias depois, procurando não ser inconveniente.
É claro que não existe uma “fórmula mágica” que possa garantir sucesso aos profissionais durante todos os processos seletivos. Não existe uma “receita de bolo” e nem se pode fabricar um perfil ideal de comportamento que atenda a qualquer tipo de demanda das empresas modernas. Porém, se deixar levar à própria sorte também não é a saída mais adequada. Isto, porque existem pontos que estão sendo extremamente valorizados e garimpados durante os processos seletivos que podem ser aprimorados por qualquer profissional que esteja investindo na conquista de novas e melhores oportunidades.
Assim, vale a pena questionar-se quanto à postura adotada nos últimos tempos e refletir sobre tudo aquilo que pode ser feito para se desenvolver um auto-aprimoramento. Tal princípio irá, certamente, favorecê-lo no campo prático da vida. Enfim, siga em frente e prepare-se ao máximo para conquistar este novo mercado de trabalho repleto de oportunidades apenas para os profissionais que lutam bravamente por elas.
Por Luiz Scistowski
*Luiz Scistowski é Psicólogo, diretor da RHGroup Assessoria em Recursos Humanos, especialista em Marketing Pessoal, Coaching e autor do livro “Como Conquistar e Manter Seu Emprego”, da Editora Razão Cultural.
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terça-feira, 25 de novembro de 2008
sábado, 22 de novembro de 2008
Emprego temporário vale a pena?
Esta pergunta é bastante comum nesta época do ano. O comércio e muitas empresas realizam neste período de final de ano as contratações de temporários para dar conta da demanda por produtos e serviços.
O emprego temporário é um excelente negócio principalmente para os jovens que estão ingressando no mercado de trabalho e também para aqueles que estão desempregados a algum tempo.
Há um pensamento que o emprego temporário irá "sujar a carteira". Bobagem. O que realmente "suja a carteira" é o funcionário que realiza um péssimo trabalho e é demitido por isso, ou aquele que comete algum delito e é demitido por justa causa.
Trabalhar como temporário é uma grande oportunidade de fazer uma renda extra e adquirir experiência. Algumas empresas acabam efetivando o trabalhador temporário que se destaca. Porém, o que mais acontece é que muitos que optam por este tipo de atividade não fazem enxergando como uma oportunidade, mas como um "ganha-pão" temporário.
Lembro do caso de uma amiga que teve seu primeiro emprego como temporária de uma grande loja de departamentos. Foi contratada para fazer o atendimento ao público e depois de uma semana já estava no caixa, ou seja, foi "promovida" em função de seu empenho. Ao término de seu contrato a empresa queria contratá-la.
É preciso dedicação para se sobressair neste mercado cada vez mais competitivo. Por isso, analise as possibilidades e escolha um negócio que tenha a ver com você.
Palestrante Rogerio Martins
Palestras interativas sobre motivação, liderança, mundo corporativo, relações humanas, comportamento, marketing pessoal, atendimento a clientes, administração do tempo, produtividade e eficácia pessoal, mudanças, qualidade de vida e inteligência emocional
http://palestranterogeriomartins.blogspot.com
O emprego temporário é um excelente negócio principalmente para os jovens que estão ingressando no mercado de trabalho e também para aqueles que estão desempregados a algum tempo.
Há um pensamento que o emprego temporário irá "sujar a carteira". Bobagem. O que realmente "suja a carteira" é o funcionário que realiza um péssimo trabalho e é demitido por isso, ou aquele que comete algum delito e é demitido por justa causa.
Trabalhar como temporário é uma grande oportunidade de fazer uma renda extra e adquirir experiência. Algumas empresas acabam efetivando o trabalhador temporário que se destaca. Porém, o que mais acontece é que muitos que optam por este tipo de atividade não fazem enxergando como uma oportunidade, mas como um "ganha-pão" temporário.
Lembro do caso de uma amiga que teve seu primeiro emprego como temporária de uma grande loja de departamentos. Foi contratada para fazer o atendimento ao público e depois de uma semana já estava no caixa, ou seja, foi "promovida" em função de seu empenho. Ao término de seu contrato a empresa queria contratá-la.
É preciso dedicação para se sobressair neste mercado cada vez mais competitivo. Por isso, analise as possibilidades e escolha um negócio que tenha a ver com você.
Palestrante Rogerio Martins
Palestras interativas sobre motivação, liderança, mundo corporativo, relações humanas, comportamento, marketing pessoal, atendimento a clientes, administração do tempo, produtividade e eficácia pessoal, mudanças, qualidade de vida e inteligência emocional
http://palestranterogeriomartins.blogspot.com
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
MOTIVANDO-SE
Estar motivado nem sempre é fácil.
A motivação decorre do resultado da união de fatores internos e externos.
Existem dois tipos de motivação: a intrínseca - que vem de fatores internos e a extrínseca - que vem da fatores externos. As duas trabalham em conjunto para deixar o indivíduo motivado. Uma não sobrevive sem a outra.
Ninguém consegue estar motivado só com um dos fatores. No entanto, identificar esses fatores depende de, primeiramente aumentar a auto estima e o amor próprio.
Mesmo com tantos obstáculos, tantas dificuldades, o grande segredo para conseguir trilhar o caminho está em buscar uma força interior que aumentará a auto estima.
Consequentemente, o amor próprio também se elevará ,e com isso já poderemos identificar fatores internos para a motivação, formando assim a motivação intrínseca.
O mais importante objetivo da motivação intrínseca é identificar e captar o fator externo, que é a motivação extrínseca, um estímulo necessário para nos motivarmos.
Quando este estímulo é identificado e captado, o mais simples fator externo pode se transformar na mais potente motivação.
Com estas duas motivações temos a verdadeira motivação e então nossos caminhos serão rumo à felicidade, pois uma pessoa motivada é uma pessoa feliz.
Regiane Moura Mendonça - Administradora com especialização em marketing de serviços.
Por Regiane Moura Mendonça
A motivação decorre do resultado da união de fatores internos e externos.
Existem dois tipos de motivação: a intrínseca - que vem de fatores internos e a extrínseca - que vem da fatores externos. As duas trabalham em conjunto para deixar o indivíduo motivado. Uma não sobrevive sem a outra.
Ninguém consegue estar motivado só com um dos fatores. No entanto, identificar esses fatores depende de, primeiramente aumentar a auto estima e o amor próprio.
Mesmo com tantos obstáculos, tantas dificuldades, o grande segredo para conseguir trilhar o caminho está em buscar uma força interior que aumentará a auto estima.
Consequentemente, o amor próprio também se elevará ,e com isso já poderemos identificar fatores internos para a motivação, formando assim a motivação intrínseca.
O mais importante objetivo da motivação intrínseca é identificar e captar o fator externo, que é a motivação extrínseca, um estímulo necessário para nos motivarmos.
Quando este estímulo é identificado e captado, o mais simples fator externo pode se transformar na mais potente motivação.
Com estas duas motivações temos a verdadeira motivação e então nossos caminhos serão rumo à felicidade, pois uma pessoa motivada é uma pessoa feliz.
Regiane Moura Mendonça - Administradora com especialização em marketing de serviços.
Por Regiane Moura Mendonça
domingo, 21 de setembro de 2008
Como crescer na Empresa?
Com a atual concorrência no mercado de trabalho, a melhor opção para
crescer profissionalmente é dentro da própria companhia. Dedicação,
investimento na carreira e comunicação clara, objetiva e madura são
fatores para esse sucesso.
Muitas empresas estão aderindo à avaliação de atividades - uma forma
positiva de avaliar as expectativas tanto do empregado como do
empregador. Embora a maioria dos funcionários pense que essa conduta é
apenas uma forma da corporação atingir suas metas, a avaliação de
desempenho é, na verdade, um benefício para o próprio profissional. .
A avaliação feita a cada 6 ou 12 meses garante que os resultados estejam
sendo avaliados; a remuneração, analisada e a ascendência da carreira,
direcionada - por razões totalmente profissionais e não emocionais. .
Outra vantagem é a determinação dos objetivos para o período, os recursos
necessários para garantir o sucesso e, até, os problemas que poderiam pôr
em risco o êxito do trabalho a ser realizado.
Mas o que fazer se a empresa não aderiu ao processo de avaliação de
desempenho? Ou até se seu superior imediato não gosta de avaliar seu
desempenho? .
Uma forma é pedir, com objetividade e clareza, que suas metas sejam
discutidas e avaliadas após um ano. Às vezes, a iniciativa para sermos
bem avaliados precisa vir de nós mesmos, para garantir que nossa empresa
atual nos valorize mais. .
Para o desenvolvimento de sua carreira, lembre-se sempre de investir na
formação profissional e fazer com que seja valorizado por seus superiores
e colegas. Ser fluente na língua inglesa é vital, tanto quanto ter total
afinidade com microinformática e domínio conhecimentos funcionais de cada
profissão.
Fonte: Gbiz
crescer profissionalmente é dentro da própria companhia. Dedicação,
investimento na carreira e comunicação clara, objetiva e madura são
fatores para esse sucesso.
Muitas empresas estão aderindo à avaliação de atividades - uma forma
positiva de avaliar as expectativas tanto do empregado como do
empregador. Embora a maioria dos funcionários pense que essa conduta é
apenas uma forma da corporação atingir suas metas, a avaliação de
desempenho é, na verdade, um benefício para o próprio profissional. .
A avaliação feita a cada 6 ou 12 meses garante que os resultados estejam
sendo avaliados; a remuneração, analisada e a ascendência da carreira,
direcionada - por razões totalmente profissionais e não emocionais. .
Outra vantagem é a determinação dos objetivos para o período, os recursos
necessários para garantir o sucesso e, até, os problemas que poderiam pôr
em risco o êxito do trabalho a ser realizado.
Mas o que fazer se a empresa não aderiu ao processo de avaliação de
desempenho? Ou até se seu superior imediato não gosta de avaliar seu
desempenho? .
Uma forma é pedir, com objetividade e clareza, que suas metas sejam
discutidas e avaliadas após um ano. Às vezes, a iniciativa para sermos
bem avaliados precisa vir de nós mesmos, para garantir que nossa empresa
atual nos valorize mais. .
Para o desenvolvimento de sua carreira, lembre-se sempre de investir na
formação profissional e fazer com que seja valorizado por seus superiores
e colegas. Ser fluente na língua inglesa é vital, tanto quanto ter total
afinidade com microinformática e domínio conhecimentos funcionais de cada
profissão.
Fonte: Gbiz
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Como elaborar um currículo atrativo e eficiente?
O sucesso do profissional num processo seletivo passa, obrigatoriamente, por um bom currículo. Também conhecido como curriculum vitae (expressão do latim que significa "trajetória de vida") ou CV, ele é fundamental para qualquer pessoa que busca novas oportunidades no mercado de trabalho.
"O currículo é um documento muito importante. Poucos têm consciência, mas seu objetivo principal é gerar entrevistas de emprego. Para despertar o interesse do selecionador em conhecer o profissional, o currículo precisa ser correto, sintético e atrativo", explica Adriano Arruda, especialista em mercado de trabalho e diretor-geral da Catho Online, o maior portal de soluções em Recursos Humanos da América Latina.
Até por ser tão importante e estratégico, o currículo exige muito cuidado em sua elaboração. Há algumas regras importantes que precisam ser seguidas para que ele verdadeiramente auxilie o profissional em sua busca por novas oportunidades.
"É fundamental atentar-se à apresentação do currículo, evitando erros de português, inserção de dados desnecessários - como números de documentos e menções a atributos pessoais - e uso de letras extravagantes ou papéis coloridos. Vale destacar que um em cada quatro currículos é descartado por conter fotos inadequadas, erros de português e letras coloridas", explica Adriano Arruda.
Outros dois aspectos importantes, que são freqüentemente negligenciados na elaboração dos currículos, são a ausência de dados de contato e a indefinição de um objetivo profissional.
"Sem dados de contato no currículo, como e-mail e telefone, o selecionador não consegue localizar o profissional. E a ausência de um objetivo claro levantará dúvidas sobre qual a área, ou mesmo a atividade, de interesse do candidato", acrescenta o diretor-geral da Catho Online.
Os porta-vozes da Catho Online estão à disposição dos jornalistas para dar mais dicas e informações importantes sobre a elaboração de um currículo correto, eficiente e atrativo para os selecionadores.
"O currículo é um documento muito importante. Poucos têm consciência, mas seu objetivo principal é gerar entrevistas de emprego. Para despertar o interesse do selecionador em conhecer o profissional, o currículo precisa ser correto, sintético e atrativo", explica Adriano Arruda, especialista em mercado de trabalho e diretor-geral da Catho Online, o maior portal de soluções em Recursos Humanos da América Latina.
Até por ser tão importante e estratégico, o currículo exige muito cuidado em sua elaboração. Há algumas regras importantes que precisam ser seguidas para que ele verdadeiramente auxilie o profissional em sua busca por novas oportunidades.
"É fundamental atentar-se à apresentação do currículo, evitando erros de português, inserção de dados desnecessários - como números de documentos e menções a atributos pessoais - e uso de letras extravagantes ou papéis coloridos. Vale destacar que um em cada quatro currículos é descartado por conter fotos inadequadas, erros de português e letras coloridas", explica Adriano Arruda.
Outros dois aspectos importantes, que são freqüentemente negligenciados na elaboração dos currículos, são a ausência de dados de contato e a indefinição de um objetivo profissional.
"Sem dados de contato no currículo, como e-mail e telefone, o selecionador não consegue localizar o profissional. E a ausência de um objetivo claro levantará dúvidas sobre qual a área, ou mesmo a atividade, de interesse do candidato", acrescenta o diretor-geral da Catho Online.
Os porta-vozes da Catho Online estão à disposição dos jornalistas para dar mais dicas e informações importantes sobre a elaboração de um currículo correto, eficiente e atrativo para os selecionadores.
sexta-feira, 11 de julho de 2008
O desafio de se construir uma boa empresa para se trabalhar
O desafio de se construir uma boa empresa para se trabalhar
por Juliana Ricci
Sempre é tempo de virar o jogo. Por isso, se você não está em uma empresa boa para se trabalhar, tem a chance de refletir e decidir colaborar para que ela se transforme, ou escolher algo melhor para a sua carreira.
Essa é a opinião de Maria Amalia Bernardi, jornalista especializada em Gestão de Pessoas e criadora do “Guia Exame – As 100 Melhores Empresas para Você Trabalhar”, da Editora Abril. Durante sua palestra no IV Congresso da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), Maria Amália revelou que seu trabalho atual como consultora de empresas e seu livro “A melhor empresa – Como as organizações de Sucesso atraem quem faz a diferença” nasceram graças aos pedidos de ajuda das organizações interessadas em melhorar suas políticas de gestão de pessoas e Recursos Humanos e em serem boas empresas para se trabalhar.
“Quando começamos o Guia, era difícil conseguir adesões, porque as empresas não estavam acostumadas a expor suas práticas de Recursos Humanos. Com o tempo, perceberam que é interessante mostrar ao mercado e aprimorar o bom trabalho que realizam internamente”, lembrou a jornalista. Ela alertou para o fato de que fazer parte do guia não tem valor isoladamente, mas sim quando a organização percebe que gerar satisfação aos colaboradores é um bom negócio para todas as partes. “Empresas onde trabalham pessoas satisfeitas produzem mais e ganham mais dinheiro. Com isso, tanto o bolso como a realização profissional ficam bem”, disse ela.
Maria Amália apresentou 10 aspectos que mexem com o ambiente organizacional. O investimento ou a falta dele nesses itens geralmente determina o quanto uma empresa é boa para se trabalhar. Confira e faça a avaliação:
1. Crescimento
O funcionário tem que ter motivos reais para acreditar que a sua vida está indo para a frente. Isso porque as pessoas querem ver as coisas acontecendo em volta delas e com suas próprias vidas. Elas precisam de ascensão e realizar coisas. “Para que isso aconteça, a empresa deve dar autonomia e oportunidade. Eu sou um exemplo disso. Tive permissão para criar o projeto das melhores empresas para se trabalhar e com ele ganhei crescimento e respeito, além do convite para o cargo de diretora de redação da revista Você SA”, disse a palestrante.
2. Liberdade
Os bons profissionais só aparecem (e crescem) em ambientes onde exista liberdade de expressão. As pessoas aceitam cada vez menos as normas e ordem que não entendem, por isso, é importante avaliar se é possível que ele faça da maneira dele, com liberdade, sem prejudicar o trabalho. “Quando a empresa dá liberdade, tem que contar com a responsabilidade das pessoas. Quando não dão, é porque têm medo de que vire tudo baderna. É melhor que confiem e consigam, com isso, perceber quem realmente é capaz de aproveitar sua liberdade e quem deve ser afastado”, aconselhou Maria Amalia.
3. Justiça
Funcionários colocam-se contra empresas que cometem injustiças com elas mesmas ou com os colegas. Segundo Maria Amália, muitos processos trabalhistas originam-se do sentimento de injustiça cometida pela organização. Situações como tratar pessoas de maneira diferente, promover pessoas usando o critério “afinidade” e aplicar punições diferentes para o mesmo erro podem gerar um clima de insatisfação plena. Segundo a consultora, injustiça não se combate com sistemas burocráticos mas sim com o real compromisso dos responsáveis pelas decisões em aplicar regras simples.
4. Confiança na empresa
As pessoas precisam acreditar que a empresa está empenhada em fazer a coisa certa. Para isso, é preciso ficar claro para todos que os líderes estão preparados para o cargo que ocupam, a ponto de dar o exemplo de tudo aquilo que exigem. Bons resultados, segundo a palestrante, não bastam. É preciso haver lógica nas ordens e tarefas. “Quem não confia, não respeita e para decidir ir embora é uma questão de tempo”, alertou Maria Amália.
5. Ética
“Nós sabemos muito bem o que é certo e o que é errado. Ética é o que é certo”, afirmou a jornalista. Apesar das decisões envolverem vários fatores, sabemos, pelo menos nas questões simples, o que pode ou não ser feito. Por exemplo: pagar propina e mudar pesos e medidas dos produtos são coisas anti-éticas e ninguém discute isso. Quando a empresa toma uma decisão errada, os funcionários acabam participando disso, fato que não gera admiração.
6. Maus chefes
A boa qualidade de um ambiente de trabalho depende diretamente da qualidade das pessoas que têm o poder de tomar decisões. Por isso os maus chefes são tão nocivos ao bom andamento das coisas no ambiente corporativo. De acordo com Maria Amalia Bernardi, é responsabilidade do primeiro escalão gerir o desempenho das chefias em seu relacionamento com os subordinados. Para que você baseie sua avaliação, ela listou as características dos maus chefes:
imaturos
invejosos
inseguros
roubam idéias
não querem que as pessoas cresçam
formam panelinhas
não passam seus conhecimentos
não querem ouvir
fazem a empresa gastar dinheiro porque perdem bons profissionais
A consultora lembrou que muitas organizações mantêm maus chefes porque não sabem como substituí-los ou não têm ninguém para ocupar seus lugares. Para evitar isso, basta preparar pessoas para serem bons líderes.
7. Comunicação
O bom fluxo de informações dentro da empresa é essencial para sua imagem junto aos funcionários. O primeiro passo é tomar a decisão verdadeira de dizer as coisas, e dizê-las como elas são. Isso evita, por exemplo, que o funcionário fique sabendo pela imprensa algum fato sobre a companhia. Quanto ao veículo, não importa se é jornal, revista, reunião ou uma simples conversa. O importante é que não haja censura, que se mostre aquilo que o funcionário quer saber, como o objetivo da empresa, o motivo dos erros que aconteceram, política de crescimento e política salarial.
8. Camaradagem
Tudo o que puder ser feito para estimular um relacionamento amigável entre os funcionários vale a pena. Segundo Maria Amalia, um clima verdadeiro de camaradagem se constrói com pessoas e com suas qualidades individuais, o que inclui bom caráter. “Os líderes têm papel fundamental nesse processo de aproximação e integração das pessoas. Por isso, a empresa que mantém chefes maus dificilmente terá um clima de camaradagem”, disse ela.
9. Recompensas
Pagar bem não é apenas uma questão de números e quantidade – é também uma questão de idéias e de qualidade. Para a palestrante, pagar menos do que a média de mercado é desrespeito ao valor do trabalho realizado e por isso elimina as chances da empresa participar da lista das melhores para se trabalhar. Além disso, “os profissionais adoram benefícios, por isso é importante investir nisso”, revela Maria Amalia. Para ela, uma maneira inteligente de definir o mérito é o de avaliação por resultados: quem trabalha mais e melhor deve ganhar mais.
10. O presidente
O presidente deve tomar para si o objetivo de transformar a empresa num bom local para se trabalhar. O RH não tem força sozinho, o presidente precisa aderir, porque ele é o maior exemplo. “Se ele ainda não aderiu, o RH deve ser insistente e influenciá-lo”, ensinou Maria Amalia.
Pronto, agora você pode ter a medida exata sobre o valor e o empenho da organização aonde trabalha no sentido de estabelecer uma relação de troca de vantagens com os profissionais. Avalie e faça boas escolhas, sempre!
por Juliana Ricci
Sempre é tempo de virar o jogo. Por isso, se você não está em uma empresa boa para se trabalhar, tem a chance de refletir e decidir colaborar para que ela se transforme, ou escolher algo melhor para a sua carreira.
Essa é a opinião de Maria Amalia Bernardi, jornalista especializada em Gestão de Pessoas e criadora do “Guia Exame – As 100 Melhores Empresas para Você Trabalhar”, da Editora Abril. Durante sua palestra no IV Congresso da Associação Brasileira de Qualidade de Vida (ABQV), Maria Amália revelou que seu trabalho atual como consultora de empresas e seu livro “A melhor empresa – Como as organizações de Sucesso atraem quem faz a diferença” nasceram graças aos pedidos de ajuda das organizações interessadas em melhorar suas políticas de gestão de pessoas e Recursos Humanos e em serem boas empresas para se trabalhar.
“Quando começamos o Guia, era difícil conseguir adesões, porque as empresas não estavam acostumadas a expor suas práticas de Recursos Humanos. Com o tempo, perceberam que é interessante mostrar ao mercado e aprimorar o bom trabalho que realizam internamente”, lembrou a jornalista. Ela alertou para o fato de que fazer parte do guia não tem valor isoladamente, mas sim quando a organização percebe que gerar satisfação aos colaboradores é um bom negócio para todas as partes. “Empresas onde trabalham pessoas satisfeitas produzem mais e ganham mais dinheiro. Com isso, tanto o bolso como a realização profissional ficam bem”, disse ela.
Maria Amália apresentou 10 aspectos que mexem com o ambiente organizacional. O investimento ou a falta dele nesses itens geralmente determina o quanto uma empresa é boa para se trabalhar. Confira e faça a avaliação:
1. Crescimento
O funcionário tem que ter motivos reais para acreditar que a sua vida está indo para a frente. Isso porque as pessoas querem ver as coisas acontecendo em volta delas e com suas próprias vidas. Elas precisam de ascensão e realizar coisas. “Para que isso aconteça, a empresa deve dar autonomia e oportunidade. Eu sou um exemplo disso. Tive permissão para criar o projeto das melhores empresas para se trabalhar e com ele ganhei crescimento e respeito, além do convite para o cargo de diretora de redação da revista Você SA”, disse a palestrante.
2. Liberdade
Os bons profissionais só aparecem (e crescem) em ambientes onde exista liberdade de expressão. As pessoas aceitam cada vez menos as normas e ordem que não entendem, por isso, é importante avaliar se é possível que ele faça da maneira dele, com liberdade, sem prejudicar o trabalho. “Quando a empresa dá liberdade, tem que contar com a responsabilidade das pessoas. Quando não dão, é porque têm medo de que vire tudo baderna. É melhor que confiem e consigam, com isso, perceber quem realmente é capaz de aproveitar sua liberdade e quem deve ser afastado”, aconselhou Maria Amalia.
3. Justiça
Funcionários colocam-se contra empresas que cometem injustiças com elas mesmas ou com os colegas. Segundo Maria Amália, muitos processos trabalhistas originam-se do sentimento de injustiça cometida pela organização. Situações como tratar pessoas de maneira diferente, promover pessoas usando o critério “afinidade” e aplicar punições diferentes para o mesmo erro podem gerar um clima de insatisfação plena. Segundo a consultora, injustiça não se combate com sistemas burocráticos mas sim com o real compromisso dos responsáveis pelas decisões em aplicar regras simples.
4. Confiança na empresa
As pessoas precisam acreditar que a empresa está empenhada em fazer a coisa certa. Para isso, é preciso ficar claro para todos que os líderes estão preparados para o cargo que ocupam, a ponto de dar o exemplo de tudo aquilo que exigem. Bons resultados, segundo a palestrante, não bastam. É preciso haver lógica nas ordens e tarefas. “Quem não confia, não respeita e para decidir ir embora é uma questão de tempo”, alertou Maria Amália.
5. Ética
“Nós sabemos muito bem o que é certo e o que é errado. Ética é o que é certo”, afirmou a jornalista. Apesar das decisões envolverem vários fatores, sabemos, pelo menos nas questões simples, o que pode ou não ser feito. Por exemplo: pagar propina e mudar pesos e medidas dos produtos são coisas anti-éticas e ninguém discute isso. Quando a empresa toma uma decisão errada, os funcionários acabam participando disso, fato que não gera admiração.
6. Maus chefes
A boa qualidade de um ambiente de trabalho depende diretamente da qualidade das pessoas que têm o poder de tomar decisões. Por isso os maus chefes são tão nocivos ao bom andamento das coisas no ambiente corporativo. De acordo com Maria Amalia Bernardi, é responsabilidade do primeiro escalão gerir o desempenho das chefias em seu relacionamento com os subordinados. Para que você baseie sua avaliação, ela listou as características dos maus chefes:
imaturos
invejosos
inseguros
roubam idéias
não querem que as pessoas cresçam
formam panelinhas
não passam seus conhecimentos
não querem ouvir
fazem a empresa gastar dinheiro porque perdem bons profissionais
A consultora lembrou que muitas organizações mantêm maus chefes porque não sabem como substituí-los ou não têm ninguém para ocupar seus lugares. Para evitar isso, basta preparar pessoas para serem bons líderes.
7. Comunicação
O bom fluxo de informações dentro da empresa é essencial para sua imagem junto aos funcionários. O primeiro passo é tomar a decisão verdadeira de dizer as coisas, e dizê-las como elas são. Isso evita, por exemplo, que o funcionário fique sabendo pela imprensa algum fato sobre a companhia. Quanto ao veículo, não importa se é jornal, revista, reunião ou uma simples conversa. O importante é que não haja censura, que se mostre aquilo que o funcionário quer saber, como o objetivo da empresa, o motivo dos erros que aconteceram, política de crescimento e política salarial.
8. Camaradagem
Tudo o que puder ser feito para estimular um relacionamento amigável entre os funcionários vale a pena. Segundo Maria Amalia, um clima verdadeiro de camaradagem se constrói com pessoas e com suas qualidades individuais, o que inclui bom caráter. “Os líderes têm papel fundamental nesse processo de aproximação e integração das pessoas. Por isso, a empresa que mantém chefes maus dificilmente terá um clima de camaradagem”, disse ela.
9. Recompensas
Pagar bem não é apenas uma questão de números e quantidade – é também uma questão de idéias e de qualidade. Para a palestrante, pagar menos do que a média de mercado é desrespeito ao valor do trabalho realizado e por isso elimina as chances da empresa participar da lista das melhores para se trabalhar. Além disso, “os profissionais adoram benefícios, por isso é importante investir nisso”, revela Maria Amalia. Para ela, uma maneira inteligente de definir o mérito é o de avaliação por resultados: quem trabalha mais e melhor deve ganhar mais.
10. O presidente
O presidente deve tomar para si o objetivo de transformar a empresa num bom local para se trabalhar. O RH não tem força sozinho, o presidente precisa aderir, porque ele é o maior exemplo. “Se ele ainda não aderiu, o RH deve ser insistente e influenciá-lo”, ensinou Maria Amalia.
Pronto, agora você pode ter a medida exata sobre o valor e o empenho da organização aonde trabalha no sentido de estabelecer uma relação de troca de vantagens com os profissionais. Avalie e faça boas escolhas, sempre!
BOAS MANEIRAS NO AMBIENTE DE TRABALHO
Voltando às reflexões sobre como os jovens são preparados pelas faculdades para entrar no mercado de trabalho, outro assunto interessante de ser abordado é o comportamento que os mesmos devem ter dentro do ambiente corporativo.
Quando estava na graduação, percebi que alguns dos colegas de faculdade não tinham ou não gostavam de ter comprometimento e boas maneiras na sala de aula. Ache boas maneiras na sala de aula. Chegar quase toda vez atrasado, não entregar as atividades nos prazos estabelecidos e detestar o professor após receber uma crítica são algumas dos pontos que constatei. É claro que ninguém é de ferro e às vezes falhamos nas nossas obrigações ou extrapolamos a ética, mas incorrer nesse comportamento constantemente é uma falta grave para os colegas, os docentes e principalmente (e perigosamente) para si mesmo.
Os jovens universitários inexperientes no trabalho formal que agem da forma acima descrita com frequência acabam transferindo esse mal comportamento para o ambiente de trabalho. De acordo com esta matéria, muitos jovens desconhecem as regras básicas de ética e passam a se portar como se estivessem em casa ou no colégio, sendo muitas vezes penalizados por isso. Porém, existem algumas dicas que podem ser seguidas, de acordo com a consultora Renata Mello. Segue um treço da matéria:
“Se você é candidato a uma vaga de emprego, na entrevista, lembre-se:
Demonstre boa vontade, sorria ao interagir com o entrevistado;
Preste atenção na maneira como você se senta, evite sentar esparramado, como se estivesse na faculdade ou no cursinho;
Evite ficar balançando o pé ou a perna, uma vez que o entrevistador pode entender isso como ansiedade;
Se ficar esperando em pé, não se encoste nem ponha o pé na parede. Mantenha a postura ereta e firme;
Evite se atrasar. Se acontecer, peça desculpas e não fique culpando o trânsito;
Não entre na sala de entrevista sem pedir licença;
Procure informações sobre a empresa, antes da entrevista. Entre na internet e converse com os amigos. Isso aponta interesse e iniciativa. Mas jamais demonstre ser o ’senhor sabe tudo’;
Procure se vestir de acordo com o perfil da empresa, sem exageros;
Ouça as perguntas com atenção e procure ser objetivo nas respostas;
Cuidado com o português. Fale correto, mas não necessariamente usando palavras difíceis. Elas podem ser uma armadilha;
Se não entender a pergunta, tire suas dúvidas, para responder adequadamente;
Simpatia e descontração pode ajudar a conseguir o emprego. Mas cuidado com a famosa pose ou tratamento de ‘brother’, tão em voga. Ela é assustadora para as empresas.
Você conseguiu o emprego. Atenção para essas regrinhas básicas:
Seja comprometido com a empresa;
Não confunda sua sala de trabalho com uma sala de estar. Evite usar seu telefone celular ou o da empresa para ficar conversando com amigos;
Cuidado com o uso dos programas de mensagens instantâneas no horário do trabalho. Procure descobrir qual é o procedimento da empresa e evite ao máximo usar;
É inaceitável usar jeans rasgados, roupas tipo skatistas, decotes profundos e saias ou blusas curtas em um ambiente corporativo. Essas peças só são permitidas se você trabalhar em lojas de moda ou em locais que permitam esses trajes;
Cuidado com o corte dos cabelos e as cores exageradas;
Não use gírias nem gerúndios (por exemplo: ‘vou estar perguntando’) ao conversar com colegas e clientes;
Não fale ao telefone com a boca cheia;
Ao usar e-mails, atenção à escrita. Seja breve. Evite envio de e-mails pessoais em sua caixa postal de trabalho. Eles podem ser acessados pela sua chefia, pois a máquina é da empresa e não sua;
Preste atenção ao seu tom de voz;
Assuma seus erros;
Preste atenção aos níveis hierárquicos da empresa. Você é chefiado por alguém, e é a essa pessoa a quem você precisa responder e acatar ordens;
Cuidado com o termo ‘tipo assim’. Não use;
Seja pontual.”
Baseado na necessidade desse aprendizado, acredito que os cursos de graduação, especialmente o de administração, em cuja profissão contam muito as atitudes dentro do meio corporativo, deveriam ensinar aos alunos como, quando e com quê intensidade agir e interagir no emprego. De certa forma, o convívio em sala de aula e no ambiente educacional já ensina um pouco essa habilidade (o que me faz ainda mais ser partidário dos cursos de graduação “normais” em detrimento dos ministrados via internet), mas se existisse uma cadeira específica sobre esse assunto, ele seria levado muito mais à sério e surtiria melhor efeito no comportamento dos alunos dentro das faculdades e, consequentemente, nas empresas. Seria bom para a faculdade, com alunos mais disciplinados, bom para as empresas, com colaboradores éticos e comprometidos, e ainda mais para os graduandos, pois se tornariam profissionais com melhores chances de ascensão numa carreira promissora.
Quando estava na graduação, percebi que alguns dos colegas de faculdade não tinham ou não gostavam de ter comprometimento e boas maneiras na sala de aula. Ache boas maneiras na sala de aula. Chegar quase toda vez atrasado, não entregar as atividades nos prazos estabelecidos e detestar o professor após receber uma crítica são algumas dos pontos que constatei. É claro que ninguém é de ferro e às vezes falhamos nas nossas obrigações ou extrapolamos a ética, mas incorrer nesse comportamento constantemente é uma falta grave para os colegas, os docentes e principalmente (e perigosamente) para si mesmo.
Os jovens universitários inexperientes no trabalho formal que agem da forma acima descrita com frequência acabam transferindo esse mal comportamento para o ambiente de trabalho. De acordo com esta matéria, muitos jovens desconhecem as regras básicas de ética e passam a se portar como se estivessem em casa ou no colégio, sendo muitas vezes penalizados por isso. Porém, existem algumas dicas que podem ser seguidas, de acordo com a consultora Renata Mello. Segue um treço da matéria:
“Se você é candidato a uma vaga de emprego, na entrevista, lembre-se:
Demonstre boa vontade, sorria ao interagir com o entrevistado;
Preste atenção na maneira como você se senta, evite sentar esparramado, como se estivesse na faculdade ou no cursinho;
Evite ficar balançando o pé ou a perna, uma vez que o entrevistador pode entender isso como ansiedade;
Se ficar esperando em pé, não se encoste nem ponha o pé na parede. Mantenha a postura ereta e firme;
Evite se atrasar. Se acontecer, peça desculpas e não fique culpando o trânsito;
Não entre na sala de entrevista sem pedir licença;
Procure informações sobre a empresa, antes da entrevista. Entre na internet e converse com os amigos. Isso aponta interesse e iniciativa. Mas jamais demonstre ser o ’senhor sabe tudo’;
Procure se vestir de acordo com o perfil da empresa, sem exageros;
Ouça as perguntas com atenção e procure ser objetivo nas respostas;
Cuidado com o português. Fale correto, mas não necessariamente usando palavras difíceis. Elas podem ser uma armadilha;
Se não entender a pergunta, tire suas dúvidas, para responder adequadamente;
Simpatia e descontração pode ajudar a conseguir o emprego. Mas cuidado com a famosa pose ou tratamento de ‘brother’, tão em voga. Ela é assustadora para as empresas.
Você conseguiu o emprego. Atenção para essas regrinhas básicas:
Seja comprometido com a empresa;
Não confunda sua sala de trabalho com uma sala de estar. Evite usar seu telefone celular ou o da empresa para ficar conversando com amigos;
Cuidado com o uso dos programas de mensagens instantâneas no horário do trabalho. Procure descobrir qual é o procedimento da empresa e evite ao máximo usar;
É inaceitável usar jeans rasgados, roupas tipo skatistas, decotes profundos e saias ou blusas curtas em um ambiente corporativo. Essas peças só são permitidas se você trabalhar em lojas de moda ou em locais que permitam esses trajes;
Cuidado com o corte dos cabelos e as cores exageradas;
Não use gírias nem gerúndios (por exemplo: ‘vou estar perguntando’) ao conversar com colegas e clientes;
Não fale ao telefone com a boca cheia;
Ao usar e-mails, atenção à escrita. Seja breve. Evite envio de e-mails pessoais em sua caixa postal de trabalho. Eles podem ser acessados pela sua chefia, pois a máquina é da empresa e não sua;
Preste atenção ao seu tom de voz;
Assuma seus erros;
Preste atenção aos níveis hierárquicos da empresa. Você é chefiado por alguém, e é a essa pessoa a quem você precisa responder e acatar ordens;
Cuidado com o termo ‘tipo assim’. Não use;
Seja pontual.”
Baseado na necessidade desse aprendizado, acredito que os cursos de graduação, especialmente o de administração, em cuja profissão contam muito as atitudes dentro do meio corporativo, deveriam ensinar aos alunos como, quando e com quê intensidade agir e interagir no emprego. De certa forma, o convívio em sala de aula e no ambiente educacional já ensina um pouco essa habilidade (o que me faz ainda mais ser partidário dos cursos de graduação “normais” em detrimento dos ministrados via internet), mas se existisse uma cadeira específica sobre esse assunto, ele seria levado muito mais à sério e surtiria melhor efeito no comportamento dos alunos dentro das faculdades e, consequentemente, nas empresas. Seria bom para a faculdade, com alunos mais disciplinados, bom para as empresas, com colaboradores éticos e comprometidos, e ainda mais para os graduandos, pois se tornariam profissionais com melhores chances de ascensão numa carreira promissora.
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Qual a profissão em alta no mercado?
PROFISSÕES
A tecnologia, que vem se superando, cada vez mais está fazendo com que algumas profissões desapareçam enquanto
outras estão se readaptando ou mesmo novas profissões estão surgindo.
Para escolher as carreiras em alta no Brasil, podemos considerar três critérios:
1 - Grande oferta de vagas
2- Escassa oferta de profissionais qualificados.
3 - Salários cada vez mais altos.
O profissional do futuro precisa ser bom, muito bom em duas ou três áreas diferentes.
Profissões em alta
Profissões em baixa
Novas Profissões
PROFISSÕES EM ALTA
- Aquelas cujos serviços não podem ser feitos por computadores, pois os mesmos não fazem julgamentos.
consultoria
policiais
operários
pedreiros
lixeiro
- Aquelas que usam alta tecnologia:
programadores de software
designers
jornalistas
artistas da web
músicos
cientistas
advogados (especialistas em direito internacional e tributário)
médicos (cirurgia plástica, geriatria, materno-infantil)
biólogos
engenharia (de produção, eletroeletrônica)
- Turismo
hotelaria
gastronomia
administração
lazer
entretenimento
estética
- Moda
modelagem
estilo
jornalista de moda
cenário
figurino para teatro, televisão, cinema
técnica da informática na moda
PROFISSÕES EM BAIXA
Cargos intermediários: agentes de viagem; corretores de imóveis, ações ou de seguros; conssionárias de carros; bancários.
Vidreiro: é o profissional que modela o vidro artesanalmente. Está sendo substituído por automação industrial (que por sua vez, a indústria está sendo substituída pela do plástico).
Datilógrafo: substituído por computadores pessoais
Cobrador de ônibus: substituído por roletas eletrônicas.
Cardexista: substituído pela informatização do estoque.
Pessoas ligadas aos processos produtivos: substituídas por máquinas e robôs.
NOVAS PROFISSÕES
técnico em inteligência artificial
técnico em medicina biônica
lingüista informático
engenheiro em informática
engenheiro em criogenia
técnico em fibra ótica
consultor de imagens
agente de informação
consultor em tempo livre
conselheiro de aposentadoria
propaganda de genes
monitor de alimentos
biofazendeiro
gestão de agro negócios
- Internet
webdesigners (visual de site)
editores de conteúdos
e-business specialists (parte comercial do site)
web-writers (redatores de conteúdo)
gerentes de conteúdos interativo
arquitetos da informação (determinam a maneira como a informática é apresentada no site)
--------------------------------------------------------------------------------
Mãos à Obra / Que Rumo Profissional Seguir? / Sou um Candidato e agora? / O Jovem Profissional / Trabalho & Educação / Fontes de Pesquisa
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A tecnologia, que vem se superando, cada vez mais está fazendo com que algumas profissões desapareçam enquanto
outras estão se readaptando ou mesmo novas profissões estão surgindo.
Para escolher as carreiras em alta no Brasil, podemos considerar três critérios:
1 - Grande oferta de vagas
2- Escassa oferta de profissionais qualificados.
3 - Salários cada vez mais altos.
O profissional do futuro precisa ser bom, muito bom em duas ou três áreas diferentes.
Profissões em alta
Profissões em baixa
Novas Profissões
PROFISSÕES EM ALTA
- Aquelas cujos serviços não podem ser feitos por computadores, pois os mesmos não fazem julgamentos.
consultoria
policiais
operários
pedreiros
lixeiro
- Aquelas que usam alta tecnologia:
programadores de software
designers
jornalistas
artistas da web
músicos
cientistas
advogados (especialistas em direito internacional e tributário)
médicos (cirurgia plástica, geriatria, materno-infantil)
biólogos
engenharia (de produção, eletroeletrônica)
- Turismo
hotelaria
gastronomia
administração
lazer
entretenimento
estética
- Moda
modelagem
estilo
jornalista de moda
cenário
figurino para teatro, televisão, cinema
técnica da informática na moda
PROFISSÕES EM BAIXA
Cargos intermediários: agentes de viagem; corretores de imóveis, ações ou de seguros; conssionárias de carros; bancários.
Vidreiro: é o profissional que modela o vidro artesanalmente. Está sendo substituído por automação industrial (que por sua vez, a indústria está sendo substituída pela do plástico).
Datilógrafo: substituído por computadores pessoais
Cobrador de ônibus: substituído por roletas eletrônicas.
Cardexista: substituído pela informatização do estoque.
Pessoas ligadas aos processos produtivos: substituídas por máquinas e robôs.
NOVAS PROFISSÕES
técnico em inteligência artificial
técnico em medicina biônica
lingüista informático
engenheiro em informática
engenheiro em criogenia
técnico em fibra ótica
consultor de imagens
agente de informação
consultor em tempo livre
conselheiro de aposentadoria
propaganda de genes
monitor de alimentos
biofazendeiro
gestão de agro negócios
- Internet
webdesigners (visual de site)
editores de conteúdos
e-business specialists (parte comercial do site)
web-writers (redatores de conteúdo)
gerentes de conteúdos interativo
arquitetos da informação (determinam a maneira como a informática é apresentada no site)
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Mãos à Obra / Que Rumo Profissional Seguir? / Sou um Candidato e agora? / O Jovem Profissional / Trabalho & Educação / Fontes de Pesquisa
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terça-feira, 10 de junho de 2008
Como passar em concursos?
Todo projeto, para ser bem sucedido, precisa de uma estratégia planejada. Isso serve também para os:
Concursos públicos
Vestibulares
Testes supletivos
Testes de seleção de pessoal Todos não passam de mais "jogos", que precisamos saber jogar.
Entretanto, ler sobre como ser bem sucedido em concursos, não significa que teremos sempre êxito. Isso acontece porque, mesmo advertidos, pecamos em algumas orientações simples:
Escolhendo a vaga apenas pelo salário que oferece
Não estudando corretamente as matérias (por falta de tempo, achar que "já sabe demais", ou dedicando-se mais às matérias erradas)
Lendo superficialmente o edital
Não possuindo os requisitos exigidos (estar aquém do grau de exigência intelectual ou física necessárias)
Não adquirindo apostilas e livros necessários Contudo, alguns cuidados são indispensáveis. Muitas pessoas bem preparadas não são bem sucedidas em seleções justamente por não observarem esses pontos.
ESCOLHA
SALÁRIO
NÚMERO DE VAGAS
CONCORRÊNCIA
EXIGÊNCIAS
BENEFÍCIOS
CARGA HORÁRIA
VOLUME DE TRABALHO
NATUREZA DO CARGO
OBJETIVO DA EMPRESA
EXIGÊNCIAS DE CURRÍCULO
ANÁLISE DO EDITAL
PONDERAÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS DE DESEMPATE
CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO
PREPARAÇÃO
MATERIAL DIDÁTICO
CURSOS
ESTUDO
DIA DA PROVA
LOCAL
HORÁRIO
ALIMENTAÇÃO
MATERIAL
NA HORA DA PROVA
TEMPO
REVISÃO
FOLHA DE RESPOSTAS
ESCOLHA A fase de decidir para qual curso, ou cargo, concorrer é uma das mais importantes nesse tipo de processo. Uma escolha mal feita pode detonar todo o projeto, logo de início. Às vezes, nem é interessante ser candidato, muito mais porque está cada vez mais difícil pagar as taxas de inscrição.
SALÁRIO A necessidade de salário é bem particular para cada um. A exigência é bem menor para aqueles em início de carreira (que precisam ainda ganhar experiência) ou desempregados, do que para os com muitas obrigações e dependentes. Mas, em geral, precisamos analisar qual a remuneração mínima que podemos aceitar (incluindo o salário indireto - benefícios, comissões e gratificações).
Muitas pessoas ainda utilizam o antigo critério de só se candidatarem a vagas que garantam uma remuneração, no mínimo, 50% superior a que já possuem, quando na realidade a crise econômica mundial não está permitindo mais a escala financeira que muitos sonham ou merecem.
Dependendo da situação, manter o mesmo poder aquisitivo, ou até trocá-lo por uma maior estabilidade, já é lucro. É importante lembrar que, conforme o regime de trabalho, os impostos (imposto de renda na fonte, previdência social e fundo de garantia) podem levar boa parte do salário bruto. Às vezes um salário menor com menos descontos é tão atraente quanto o que se ganha hoje.
Outro fator primordial é o índice de reajuste da categoria, ao qual o salário está associado, para evitar que a maior parte da sua remuneração direta seja engolida pelo tempo.
No geral, concorrer a vagas apenas pelo alto salário oferecido pode levar a sucessivos fracassos em concursos, uma vez que a competição é muito mais acirradas nesses casos
NÚMERO DE VAGAS Ao contrário do que muita gente pensa, quanto menos vagas existirem para uma categoria, melhor. Isso acontece porque a maioria dos concorrentes prefere disputas "mais fáceis", para cargos com muitas vagas. O resultado é justamente o inverso: Quanto mais vagas, maior a procura
CONCORRÊNCIA Já o grande número de candidatos à vaga é desestimulante, pois aumenta a probabilidade de existirem concorrentes mais bem preparados. Também é interessante verificar a relação de "Número de vagas X Concorrentes", para analisar proporcionalmente o que significa aquele número de candidatos. Processos seletivos pouco divulgados e de órgaos pouco conhecidos também tendem a ter baixa concorrência
EXIGÊNCIAS A tendência é o aumento do nível de exigência para as classificações. Por outro lado, o crescimento da concorrência no mercado de trabalho e a escassez de vagas disponíveis, fazem com que os seletores possam escolher mais rigorosamente entre a mão-de-obra disponível. Noções de Informática e inglês, por exemplo, devem se tornar comum. Assim, é frustrante tentar um concurso que exige muito além da sua capacidade (como acontece em concursos da área de fiscalização, jurídica, seleções para embaixador e em algumas provas para cursos internacionais).
Para diminuir esse problema, é interessante manter-se atualizado, estudando constantemente, e com bastante antecedência da data das provas.
Esse princípio também vale para os exames que aferem a capacidade prática ou física do candidato. Não adiante entrar numa seleção para a qual você não tem condições de passar nos testes de aptidão no computador ou nos 100m rasos, por exemplo.
O nível de escolaridade exigido determina fortemente o grau da concorrência que se vai ter. Entrar em seleções que exijam apenas o segundo grau, quando já se ganhou toda a experiência de um curso universitário pode fazer a diferença do candidato
BENEFÍCIOS Os benefícios de uma função agregam valor real ao salário. Em muitos casos, superando até o próprio salário base. Para tal, deve-se somar o valor dos tickets alimentação, parcela do plano de saúde paga pela empresa, cesta básica, ajuda de custo, ajuda de transporte, gratificações e adicionais. Mas, atenção: é importante saber se os benefícios serão incorporados à remuneração em caso de licenças e aposentadoria. Caso contrário, o salário, quando inativo, não justificará todos os anos dedicados àquele trabalho. O salário indireto também pode ser perdido a qualquer momento.
A forma de aposentaria é um forte diferencial. Quando a empresa oferece complemento ou equiparação salarial do aposentado em relação ao ativo, é o ideal. Recolher FGTS pode diminuir os rendimentos mensais, mas são uma poupança forçada para necessidades futuras.
A maior ou menor estabilidade (risco de perder o emprego) e a ajuda educacional (em cursos e reciclagens profissionais) devem tamém ser considerados como benefícios
CARGA HORÁRIA Mesmo que a tendência seja a redução cada vez mais das horas trabalhadas, a carga horária semanal não é um benefício considerável, ainda mais as demais vantagens não forem supridas. Em outras palavras, não devemos ir atrás de trabalhar pouco, em detrimento de outras vantagens
VOLUME DE TRABALHO Semelhantemente à carga horária, o volume de trabalho só deve ser considerado se excessivo ou estressante. Mas, não tenha medo de trabalhar muito. Geralmente, a melhor remuneração está associada a uma maior responsabilidade
NATUREZA DO CARGO Cada pessoa possui um perfil e aspirações individuais. Trabalhar ou estudar por muito tempo, em alguma coisa para a qual não se tenha a menor vocação, pode ser martirizante. Portanto, nem só salário e vantagens são importantes no cargo pretendido
OBJETIVO DA EMPRESA Como faremos parte do mesmo barco, quando ingressarmos na carreira, é interessante pesquisar a solidez da organização e o futuro do próprio produto que ela produz, para evitar tomar a canoa errada
EXIGÊNCIAS DE CURRÍCULO As exigências de cursos e treinamento que as empresas fazem nem sempre excluem um candidato que não se enquadre 100% nas especificações. Dependendo do rigor da seleção, das intenções da empresa e até do nível dos outros candidatos, esses critérios podem ser mais ou menos flexíveis.
Ou seja, não ter determinado curso não significa que o candidato está fora da concorrência. Algumas contratações demoram tanto tempo para serem efetuadas que o candidato tem condições de fazer o curso mesmo após ter prestado o concurso
ANÁLISE DO EDITAL Uma etapa muitas vezes menosprezada pelo concorrente é a análise do edital de Seleção. Ele não só define a taxa de inscrição e datas dos testes, como estabelece todas as regras do jogo. Portanto, é interessante ler com muita atenção o edital, para saber:
PONDERAÇÃO Qual o peso de cada matéria. A ponderação das notas das provas define quais as matérias que se deve estudar mais.
Podemos até escolher o cargo, ou curso, para o qual concorrer pelo que mais valoriza as matérias onde se é mais forte. Na ponderação, também ficamos sabendo qual a prova que teremos de fazer com maior atenção.
Em algumas seleções, são pontuado o currículo (cursos), experiência na área (tempo de serviço), feitos testes práticos e de resistência física
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A fórmula pela qual será computada as notas, complementa a noção que se precisa ter sobre o que é mais importante para os avaliadores. A fórmula geralmente valoriza determinadas matérias, comparando o número de questões acertadas com aquelas incorretas. Sempre, quanto mais se acerta e menos se erra, melhor. O programa do que é exigido em cada matéria deve ser considerado à risca
CRITÉRIOS DE DESEMPATE No edital, também ficamos conhecendo quais serão os pontos fortes quando atingirmos uma nota igual a de outros candidatos. Normalmente, os critérios de desempate valorizam as pessoas de maior idade e que obtiveram maior nota nas provas de conhecimentos específicos. Assim, os candidatos de idade avançada podem até levar vantagem.
Os deficientes físicos já saem ganhando nesse item, pois são sempre reservadas vagas exclusivamente para eles
CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO Atenção para os procedimentos que podem desclassificar sumariamente o candidato, como utilizar calculadoras, portar livros na hora da prova e, principalmente, atingir o ponto de corte.
PREPARAÇÃO A Preparação para o concurso é muitas vezes completamente desconsiderada:
MATERIAL DIDÁTICO Deve-se reunir os apostilas e livros necessários para cumprir todo o programa exigido.
A falta de investimento nesta fase é fatal. Se você compra exatamente a mesma apostila que a maioria dos concorrentes comprou, não estará aumentando em nada suas chances de passar na frentes deles. Estudar sem o material didático necessário para passar é insuficiente. Dê preferência a livros e boas apostilas especializadas no assunto.
Se possível, conseguir cadernos de exercícios é muito útil. Preferencialmente, contendo provas dos concursos anteriores. Mesmo que os teste mudem de ano para ano, ao menos tem-se uma idéia do formato adotado nas perguntas
CURSOS Um bom curso preparatório é importante, principalmente para as matérias de conhecimentos específicos ou técnicas, que não sejam dominadas suficientemente. O curso é mais um recurso para se superar os demais candidatos, servindo também para disciplinar o estudo. Mas, atenção: fazer um curso apenas não garantirá sua vaga - é indispensável estudar
ESTUDO Por mais que se conheça um assunto, deve-se sempre relembrar o que se sabe. Fazer um concurso sem estudar, é um total desperdício. Deve-se procurar tempo (até no horário do almoço), para se preparar o melhor possível. Serão alguns meses de sacrifício, mas as recompensas poderão ser para o restante da vida... E, tempo é uma questão de prioridade (interesse) - acabar um namoro por falta de tempo é apenas uma desculpa, quando não gostamos realmente da pessoa. Quem ama, sempre arrumará tempo para a pessoa amada.
Mesmo antes da publicação do edital, pode-se comparar o que estão exigindo os concursos similares, e ir se atualizando naquela matéria. Saber a instituição que elaborará os testes é indispensável. Cada uma possui um "estilo" e grau de exigência próprios, que podem nortear os esforços de estudo.
Mas, é essencial "saber estudar". Um estudo proveitoso é aquele feito:
Em um horário específico
Com ambiente propício
Com todas as necessidades básicas supridas (sono, alimentação, descanso e preocupações)
Seguindo o roteiro de: "Entendimento", "Resumo", "Exercícios" e "Fixação" (não adianta entender todo o assunto, sem fazer uma síntese do que se aprendeu, praticando e decorando o que precisa ser decorado).
Sem seguir todos esses passos, o candidato corre o risco de, na hora da prova, se saber a matéria, mas não se lembrar da regra; ou recordar a regra, mas não saber aplicá-la. Fazer o maior número possível de exercícios, preferencialmente resolvendo questões de concursos anteriores é muito importante*Faça os testes cronometrando o tempo, para aprimorar sua rapidez de resolução
DIA DA PROVA
LOCAL Visite com antecedência o local aonde os teste serão realizados. Muitas pessoas se perdem ou vão para locais errados, atrasando-se ou até não conseguindo realizar a prova. Trace minuciosamente o roteiro que vai seguir de casa até o local de testes, para evitar atropelos
HORÁRIO Outra questão onde seu nervosismo pode lhe trair é quanto ao horário da prova. Sempre saia com antecedência de casa, para estar cedo no local dos testes. Os horários de máximo de chegada e de fechamento dos portões devem ser observados. Assim como, a hora de encerramento. Todos constantes no edital.
Como a tendência é exigir muito em pouco espaço de tempo, não se desligue do tempo, mas faça as provas com atenção
ALIMENTAÇÃO Evite comer demais, ou mal, antes da prova, para não sofrer congestões ou disenterias. Também não faça a prova com fome. Algumas pessoas se precavém levando lanches e água mineral, para evitar imprevistos na hora do teste
MATERIAL Confira o que é necessário levar para a prova, antes de sair de casa. Tanto os documentos e canetas, exigidos no edital, como os objetos de sua necessidade, como guarda-chuva e relógio (para cronometrar o tempo da prova) - de preferência o mesmo que utilizou para os exercícios*Caso o edital não permita telefones celulares, bips, etc, é importante atentar para não ser desclassificado
NA HORA DA PROVA
TEMPO Controle o tempo de resolução da prova, de acordo com o tempo total disponível e o grau de dificuldade encontrado nas questões: Resolva primeiramente (dedicando mais tempo) a prova com mais peso para a pontuação final. Em cada prova, deixe as questões mais difíceis para o final.
Não se esqueça de considerar o tempo para, ao final, fazer a revisão geral das respostas, preenchimento da folha de respostas e revisão desse preenchimento
REVISÃO Alguns pontos podem ser "salvos" na última hora, justamente na revisão, ao final da resolução de todas as questões. Confrontando o que foi solicitado com o sua resposta, para evitar o erro muito comum) de marcar a questão correta, quando o que se pedia era a incorreta
FOLHA DE RESPOSTAS Também é frustrante preencher incorretamente a folha de respostas ou deixar de passar para ela uma questão que se sabia a resposta correta A idéia é conseguir uma boa colocação. O período de validade do concurso e a prorrogação desse prazo, o remanejamento de candidatos, o aparecimento de novas vagas, desistências ou desclassificação de concorrentes, com o tempo, serão os fatores de "sorte" que se encarregarão de reclassificar o candidato.
José Alves - Rio de Janeiro/RJ
Concursos públicos
Vestibulares
Testes supletivos
Testes de seleção de pessoal Todos não passam de mais "jogos", que precisamos saber jogar.
Entretanto, ler sobre como ser bem sucedido em concursos, não significa que teremos sempre êxito. Isso acontece porque, mesmo advertidos, pecamos em algumas orientações simples:
Escolhendo a vaga apenas pelo salário que oferece
Não estudando corretamente as matérias (por falta de tempo, achar que "já sabe demais", ou dedicando-se mais às matérias erradas)
Lendo superficialmente o edital
Não possuindo os requisitos exigidos (estar aquém do grau de exigência intelectual ou física necessárias)
Não adquirindo apostilas e livros necessários Contudo, alguns cuidados são indispensáveis. Muitas pessoas bem preparadas não são bem sucedidas em seleções justamente por não observarem esses pontos.
ESCOLHA
SALÁRIO
NÚMERO DE VAGAS
CONCORRÊNCIA
EXIGÊNCIAS
BENEFÍCIOS
CARGA HORÁRIA
VOLUME DE TRABALHO
NATUREZA DO CARGO
OBJETIVO DA EMPRESA
EXIGÊNCIAS DE CURRÍCULO
ANÁLISE DO EDITAL
PONDERAÇÃO
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
CRITÉRIOS DE DESEMPATE
CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO
PREPARAÇÃO
MATERIAL DIDÁTICO
CURSOS
ESTUDO
DIA DA PROVA
LOCAL
HORÁRIO
ALIMENTAÇÃO
MATERIAL
NA HORA DA PROVA
TEMPO
REVISÃO
FOLHA DE RESPOSTAS
ESCOLHA A fase de decidir para qual curso, ou cargo, concorrer é uma das mais importantes nesse tipo de processo. Uma escolha mal feita pode detonar todo o projeto, logo de início. Às vezes, nem é interessante ser candidato, muito mais porque está cada vez mais difícil pagar as taxas de inscrição.
SALÁRIO A necessidade de salário é bem particular para cada um. A exigência é bem menor para aqueles em início de carreira (que precisam ainda ganhar experiência) ou desempregados, do que para os com muitas obrigações e dependentes. Mas, em geral, precisamos analisar qual a remuneração mínima que podemos aceitar (incluindo o salário indireto - benefícios, comissões e gratificações).
Muitas pessoas ainda utilizam o antigo critério de só se candidatarem a vagas que garantam uma remuneração, no mínimo, 50% superior a que já possuem, quando na realidade a crise econômica mundial não está permitindo mais a escala financeira que muitos sonham ou merecem.
Dependendo da situação, manter o mesmo poder aquisitivo, ou até trocá-lo por uma maior estabilidade, já é lucro. É importante lembrar que, conforme o regime de trabalho, os impostos (imposto de renda na fonte, previdência social e fundo de garantia) podem levar boa parte do salário bruto. Às vezes um salário menor com menos descontos é tão atraente quanto o que se ganha hoje.
Outro fator primordial é o índice de reajuste da categoria, ao qual o salário está associado, para evitar que a maior parte da sua remuneração direta seja engolida pelo tempo.
No geral, concorrer a vagas apenas pelo alto salário oferecido pode levar a sucessivos fracassos em concursos, uma vez que a competição é muito mais acirradas nesses casos
NÚMERO DE VAGAS Ao contrário do que muita gente pensa, quanto menos vagas existirem para uma categoria, melhor. Isso acontece porque a maioria dos concorrentes prefere disputas "mais fáceis", para cargos com muitas vagas. O resultado é justamente o inverso: Quanto mais vagas, maior a procura
CONCORRÊNCIA Já o grande número de candidatos à vaga é desestimulante, pois aumenta a probabilidade de existirem concorrentes mais bem preparados. Também é interessante verificar a relação de "Número de vagas X Concorrentes", para analisar proporcionalmente o que significa aquele número de candidatos. Processos seletivos pouco divulgados e de órgaos pouco conhecidos também tendem a ter baixa concorrência
EXIGÊNCIAS A tendência é o aumento do nível de exigência para as classificações. Por outro lado, o crescimento da concorrência no mercado de trabalho e a escassez de vagas disponíveis, fazem com que os seletores possam escolher mais rigorosamente entre a mão-de-obra disponível. Noções de Informática e inglês, por exemplo, devem se tornar comum. Assim, é frustrante tentar um concurso que exige muito além da sua capacidade (como acontece em concursos da área de fiscalização, jurídica, seleções para embaixador e em algumas provas para cursos internacionais).
Para diminuir esse problema, é interessante manter-se atualizado, estudando constantemente, e com bastante antecedência da data das provas.
Esse princípio também vale para os exames que aferem a capacidade prática ou física do candidato. Não adiante entrar numa seleção para a qual você não tem condições de passar nos testes de aptidão no computador ou nos 100m rasos, por exemplo.
O nível de escolaridade exigido determina fortemente o grau da concorrência que se vai ter. Entrar em seleções que exijam apenas o segundo grau, quando já se ganhou toda a experiência de um curso universitário pode fazer a diferença do candidato
BENEFÍCIOS Os benefícios de uma função agregam valor real ao salário. Em muitos casos, superando até o próprio salário base. Para tal, deve-se somar o valor dos tickets alimentação, parcela do plano de saúde paga pela empresa, cesta básica, ajuda de custo, ajuda de transporte, gratificações e adicionais. Mas, atenção: é importante saber se os benefícios serão incorporados à remuneração em caso de licenças e aposentadoria. Caso contrário, o salário, quando inativo, não justificará todos os anos dedicados àquele trabalho. O salário indireto também pode ser perdido a qualquer momento.
A forma de aposentaria é um forte diferencial. Quando a empresa oferece complemento ou equiparação salarial do aposentado em relação ao ativo, é o ideal. Recolher FGTS pode diminuir os rendimentos mensais, mas são uma poupança forçada para necessidades futuras.
A maior ou menor estabilidade (risco de perder o emprego) e a ajuda educacional (em cursos e reciclagens profissionais) devem tamém ser considerados como benefícios
CARGA HORÁRIA Mesmo que a tendência seja a redução cada vez mais das horas trabalhadas, a carga horária semanal não é um benefício considerável, ainda mais as demais vantagens não forem supridas. Em outras palavras, não devemos ir atrás de trabalhar pouco, em detrimento de outras vantagens
VOLUME DE TRABALHO Semelhantemente à carga horária, o volume de trabalho só deve ser considerado se excessivo ou estressante. Mas, não tenha medo de trabalhar muito. Geralmente, a melhor remuneração está associada a uma maior responsabilidade
NATUREZA DO CARGO Cada pessoa possui um perfil e aspirações individuais. Trabalhar ou estudar por muito tempo, em alguma coisa para a qual não se tenha a menor vocação, pode ser martirizante. Portanto, nem só salário e vantagens são importantes no cargo pretendido
OBJETIVO DA EMPRESA Como faremos parte do mesmo barco, quando ingressarmos na carreira, é interessante pesquisar a solidez da organização e o futuro do próprio produto que ela produz, para evitar tomar a canoa errada
EXIGÊNCIAS DE CURRÍCULO As exigências de cursos e treinamento que as empresas fazem nem sempre excluem um candidato que não se enquadre 100% nas especificações. Dependendo do rigor da seleção, das intenções da empresa e até do nível dos outros candidatos, esses critérios podem ser mais ou menos flexíveis.
Ou seja, não ter determinado curso não significa que o candidato está fora da concorrência. Algumas contratações demoram tanto tempo para serem efetuadas que o candidato tem condições de fazer o curso mesmo após ter prestado o concurso
ANÁLISE DO EDITAL Uma etapa muitas vezes menosprezada pelo concorrente é a análise do edital de Seleção. Ele não só define a taxa de inscrição e datas dos testes, como estabelece todas as regras do jogo. Portanto, é interessante ler com muita atenção o edital, para saber:
PONDERAÇÃO Qual o peso de cada matéria. A ponderação das notas das provas define quais as matérias que se deve estudar mais.
Podemos até escolher o cargo, ou curso, para o qual concorrer pelo que mais valoriza as matérias onde se é mais forte. Na ponderação, também ficamos sabendo qual a prova que teremos de fazer com maior atenção.
Em algumas seleções, são pontuado o currículo (cursos), experiência na área (tempo de serviço), feitos testes práticos e de resistência física
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO A fórmula pela qual será computada as notas, complementa a noção que se precisa ter sobre o que é mais importante para os avaliadores. A fórmula geralmente valoriza determinadas matérias, comparando o número de questões acertadas com aquelas incorretas. Sempre, quanto mais se acerta e menos se erra, melhor. O programa do que é exigido em cada matéria deve ser considerado à risca
CRITÉRIOS DE DESEMPATE No edital, também ficamos conhecendo quais serão os pontos fortes quando atingirmos uma nota igual a de outros candidatos. Normalmente, os critérios de desempate valorizam as pessoas de maior idade e que obtiveram maior nota nas provas de conhecimentos específicos. Assim, os candidatos de idade avançada podem até levar vantagem.
Os deficientes físicos já saem ganhando nesse item, pois são sempre reservadas vagas exclusivamente para eles
CRITÉRIOS DE DESCLASSIFICAÇÃO Atenção para os procedimentos que podem desclassificar sumariamente o candidato, como utilizar calculadoras, portar livros na hora da prova e, principalmente, atingir o ponto de corte.
PREPARAÇÃO A Preparação para o concurso é muitas vezes completamente desconsiderada:
MATERIAL DIDÁTICO Deve-se reunir os apostilas e livros necessários para cumprir todo o programa exigido.
A falta de investimento nesta fase é fatal. Se você compra exatamente a mesma apostila que a maioria dos concorrentes comprou, não estará aumentando em nada suas chances de passar na frentes deles. Estudar sem o material didático necessário para passar é insuficiente. Dê preferência a livros e boas apostilas especializadas no assunto.
Se possível, conseguir cadernos de exercícios é muito útil. Preferencialmente, contendo provas dos concursos anteriores. Mesmo que os teste mudem de ano para ano, ao menos tem-se uma idéia do formato adotado nas perguntas
CURSOS Um bom curso preparatório é importante, principalmente para as matérias de conhecimentos específicos ou técnicas, que não sejam dominadas suficientemente. O curso é mais um recurso para se superar os demais candidatos, servindo também para disciplinar o estudo. Mas, atenção: fazer um curso apenas não garantirá sua vaga - é indispensável estudar
ESTUDO Por mais que se conheça um assunto, deve-se sempre relembrar o que se sabe. Fazer um concurso sem estudar, é um total desperdício. Deve-se procurar tempo (até no horário do almoço), para se preparar o melhor possível. Serão alguns meses de sacrifício, mas as recompensas poderão ser para o restante da vida... E, tempo é uma questão de prioridade (interesse) - acabar um namoro por falta de tempo é apenas uma desculpa, quando não gostamos realmente da pessoa. Quem ama, sempre arrumará tempo para a pessoa amada.
Mesmo antes da publicação do edital, pode-se comparar o que estão exigindo os concursos similares, e ir se atualizando naquela matéria. Saber a instituição que elaborará os testes é indispensável. Cada uma possui um "estilo" e grau de exigência próprios, que podem nortear os esforços de estudo.
Mas, é essencial "saber estudar". Um estudo proveitoso é aquele feito:
Em um horário específico
Com ambiente propício
Com todas as necessidades básicas supridas (sono, alimentação, descanso e preocupações)
Seguindo o roteiro de: "Entendimento", "Resumo", "Exercícios" e "Fixação" (não adianta entender todo o assunto, sem fazer uma síntese do que se aprendeu, praticando e decorando o que precisa ser decorado).
Sem seguir todos esses passos, o candidato corre o risco de, na hora da prova, se saber a matéria, mas não se lembrar da regra; ou recordar a regra, mas não saber aplicá-la. Fazer o maior número possível de exercícios, preferencialmente resolvendo questões de concursos anteriores é muito importante*Faça os testes cronometrando o tempo, para aprimorar sua rapidez de resolução
DIA DA PROVA
LOCAL Visite com antecedência o local aonde os teste serão realizados. Muitas pessoas se perdem ou vão para locais errados, atrasando-se ou até não conseguindo realizar a prova. Trace minuciosamente o roteiro que vai seguir de casa até o local de testes, para evitar atropelos
HORÁRIO Outra questão onde seu nervosismo pode lhe trair é quanto ao horário da prova. Sempre saia com antecedência de casa, para estar cedo no local dos testes. Os horários de máximo de chegada e de fechamento dos portões devem ser observados. Assim como, a hora de encerramento. Todos constantes no edital.
Como a tendência é exigir muito em pouco espaço de tempo, não se desligue do tempo, mas faça as provas com atenção
ALIMENTAÇÃO Evite comer demais, ou mal, antes da prova, para não sofrer congestões ou disenterias. Também não faça a prova com fome. Algumas pessoas se precavém levando lanches e água mineral, para evitar imprevistos na hora do teste
MATERIAL Confira o que é necessário levar para a prova, antes de sair de casa. Tanto os documentos e canetas, exigidos no edital, como os objetos de sua necessidade, como guarda-chuva e relógio (para cronometrar o tempo da prova) - de preferência o mesmo que utilizou para os exercícios*Caso o edital não permita telefones celulares, bips, etc, é importante atentar para não ser desclassificado
NA HORA DA PROVA
TEMPO Controle o tempo de resolução da prova, de acordo com o tempo total disponível e o grau de dificuldade encontrado nas questões: Resolva primeiramente (dedicando mais tempo) a prova com mais peso para a pontuação final. Em cada prova, deixe as questões mais difíceis para o final.
Não se esqueça de considerar o tempo para, ao final, fazer a revisão geral das respostas, preenchimento da folha de respostas e revisão desse preenchimento
REVISÃO Alguns pontos podem ser "salvos" na última hora, justamente na revisão, ao final da resolução de todas as questões. Confrontando o que foi solicitado com o sua resposta, para evitar o erro muito comum) de marcar a questão correta, quando o que se pedia era a incorreta
FOLHA DE RESPOSTAS Também é frustrante preencher incorretamente a folha de respostas ou deixar de passar para ela uma questão que se sabia a resposta correta A idéia é conseguir uma boa colocação. O período de validade do concurso e a prorrogação desse prazo, o remanejamento de candidatos, o aparecimento de novas vagas, desistências ou desclassificação de concorrentes, com o tempo, serão os fatores de "sorte" que se encarregarão de reclassificar o candidato.
José Alves - Rio de Janeiro/RJ
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Como escolher uma boa empresa?
Por Iuri Canuto
Hoje sabemos da importância dos buscadores na vida “internet” das empresas. Estudos recentes da Deloitte & Touche indicam que 84% dos internautas nos EUA orientam a sua navegação através de buscadores, e tenho certeza que o número não é tão diferente aqui no Brasil.
Brasil, país que bate constantemente o tempo médio de acesso online (22 horas e 26 minutos em julho). Que possui cerca de 35 milhões de pontos de acesso à internet (27,5 milhões residenciais segundo o relatório de maio do Ibope NetRatings).
Com a Web 2.0 a relevância dos buscadores aumentou ainda mais. Antes os provedores de conteúdo eram empresas e poucas iniciativas individuais, agora com as ferramentas colaborativas qualquer internauta pode criar conteúdo e publicá-lo na internet.
Neste mar de Bilhões de páginas os buscadores são frios, pensam em palavras-chave e o melhor posicionamento no resultado de busca é ditado por fatores como Relevância e Popularidade.
Neste cenário, empresas que usam a internet para aumentar a visibilidade acabam disputando este espaço com pessoas físicas que estruturam muito melhor seu conteúdo para os buscadores. É o famoso “findability” dos americanos, a capacidade de ser encontrado na multidão virtual.
A área de SEO é muito específica, tecnicamente falando, e pede uma constante reciclagem das técnicas do profissional. Os buscadores atualizam constantemente seus algoritmos de busca, e estas alterações precisam ser acompanhadas pelo time de otimizadores.
Comportar um departamento ou profissionais deste tipo é muito custoso para uma empresa que não tem este foco.
Portanto a solução é terceirizar. Mas como escolher a melhor empresa de SEO para sua companhia?
Aí vão alguns pontos que o Gestor de Internet deve ter em mente quando está avaliando uma empresa de Otimização para Buscadores:
Tome cuidado com empresas que garantem o seu site na posição x no buscador y ou z. São diversos fatores que influenciam o posicionamento no resultado de busca e conseguir aparecer em primeiro lugar ou na primeira página pode ser um trabalho de longo prazo. Para falar a verdade nenhuma empresa pode garantir a primeira posição ou posições especiais. O único caso onde isto acontece é com palavras-chave pouco utilizadas onde não existe nenhuma estratégia de SEO a ser aplicada.
SEO muitas vezes é uma batalha de posicionamento entre a sua companhia e concorrentes, através dos respectivos fornecedores de SEO. Escolha um fornecedor capaz de preparar um plano para avaliar o esforço necessário em tempo e custo para travar esta batalha. Um bom fornecedor irá ajudar a construir este plano de investimentos com sua empresa.
Atenção para empresas que prometem bom posicionamento no SEO através da instalação de softwares proprietários ou troca de links com uma comunidade de sites. Muitas vezes estas técnicas não surtem o efeito desejado e podem estar fora das conformidades do buscador.
Lembre-se que se o buscador identificar que sua iniciativa web está tentando burlar as regras de rankeamento, seu site será banido e aparecerá na última posição da busca (em alguns casos não aparece no resultado). Entenda com os possíveis fornecedores todas as ações que fazem parte da estratégia de SEO deles. Duplicação de domínios, spam de palavras, distribuição do link do seu site em sites afiliados, aumento da visitação através de buscadores falsos, spywares ou portais de links, entre outras, são técnicas banidas pelas principais ferramentas de busca.
Trabalhe com empresas que possuem metodologia. Toda a ação deve estar documentada e aprovada para o cliente, sem deixar nenhuma dúvida, antes de lançar a campanha. Desta forma o cliente pode entender para onde vai o dinheiro e todas as ações e palavras-chave que fazem parte do projeto. Empresas que trabalham com metodologia podem fornecer também estudos de retorno do investimento e de aumento do tráfego.
Trabalhe com empresas que possuem contratos de compensação caso o resultado da campanha não atinja o esperado no planejamento. A maioria das empresas sérias de SEO trabalham por performance e recebem de acordo com o posicionamento do cliente nos resultados.
Avalie os relatórios que serão fornecidos, pergunte a periodicidade e peça alguns exemplos de formato. Algumas campanhas de SEO podem ser medidas em tempo real e online, relatórios bem estruturados permitem que o cliente acompanhe a campanha com o fornecedor. Avalie seus fornecedores, escolha o mais capacitado e parta para o ataque. Se você não começar seu SEO imediatamente pode ter certeza que algum dos seus concorrentes o fará.
(Iuri Canuto atua na área de IT há 11 anos e é Diretor de Inovação e Tecnologia da Basics. Fale com ele:iuri.canuto@basics.com.br)
Hoje sabemos da importância dos buscadores na vida “internet” das empresas. Estudos recentes da Deloitte & Touche indicam que 84% dos internautas nos EUA orientam a sua navegação através de buscadores, e tenho certeza que o número não é tão diferente aqui no Brasil.
Brasil, país que bate constantemente o tempo médio de acesso online (22 horas e 26 minutos em julho). Que possui cerca de 35 milhões de pontos de acesso à internet (27,5 milhões residenciais segundo o relatório de maio do Ibope NetRatings).
Com a Web 2.0 a relevância dos buscadores aumentou ainda mais. Antes os provedores de conteúdo eram empresas e poucas iniciativas individuais, agora com as ferramentas colaborativas qualquer internauta pode criar conteúdo e publicá-lo na internet.
Neste mar de Bilhões de páginas os buscadores são frios, pensam em palavras-chave e o melhor posicionamento no resultado de busca é ditado por fatores como Relevância e Popularidade.
Neste cenário, empresas que usam a internet para aumentar a visibilidade acabam disputando este espaço com pessoas físicas que estruturam muito melhor seu conteúdo para os buscadores. É o famoso “findability” dos americanos, a capacidade de ser encontrado na multidão virtual.
A área de SEO é muito específica, tecnicamente falando, e pede uma constante reciclagem das técnicas do profissional. Os buscadores atualizam constantemente seus algoritmos de busca, e estas alterações precisam ser acompanhadas pelo time de otimizadores.
Comportar um departamento ou profissionais deste tipo é muito custoso para uma empresa que não tem este foco.
Portanto a solução é terceirizar. Mas como escolher a melhor empresa de SEO para sua companhia?
Aí vão alguns pontos que o Gestor de Internet deve ter em mente quando está avaliando uma empresa de Otimização para Buscadores:
Tome cuidado com empresas que garantem o seu site na posição x no buscador y ou z. São diversos fatores que influenciam o posicionamento no resultado de busca e conseguir aparecer em primeiro lugar ou na primeira página pode ser um trabalho de longo prazo. Para falar a verdade nenhuma empresa pode garantir a primeira posição ou posições especiais. O único caso onde isto acontece é com palavras-chave pouco utilizadas onde não existe nenhuma estratégia de SEO a ser aplicada.
SEO muitas vezes é uma batalha de posicionamento entre a sua companhia e concorrentes, através dos respectivos fornecedores de SEO. Escolha um fornecedor capaz de preparar um plano para avaliar o esforço necessário em tempo e custo para travar esta batalha. Um bom fornecedor irá ajudar a construir este plano de investimentos com sua empresa.
Atenção para empresas que prometem bom posicionamento no SEO através da instalação de softwares proprietários ou troca de links com uma comunidade de sites. Muitas vezes estas técnicas não surtem o efeito desejado e podem estar fora das conformidades do buscador.
Lembre-se que se o buscador identificar que sua iniciativa web está tentando burlar as regras de rankeamento, seu site será banido e aparecerá na última posição da busca (em alguns casos não aparece no resultado). Entenda com os possíveis fornecedores todas as ações que fazem parte da estratégia de SEO deles. Duplicação de domínios, spam de palavras, distribuição do link do seu site em sites afiliados, aumento da visitação através de buscadores falsos, spywares ou portais de links, entre outras, são técnicas banidas pelas principais ferramentas de busca.
Trabalhe com empresas que possuem metodologia. Toda a ação deve estar documentada e aprovada para o cliente, sem deixar nenhuma dúvida, antes de lançar a campanha. Desta forma o cliente pode entender para onde vai o dinheiro e todas as ações e palavras-chave que fazem parte do projeto. Empresas que trabalham com metodologia podem fornecer também estudos de retorno do investimento e de aumento do tráfego.
Trabalhe com empresas que possuem contratos de compensação caso o resultado da campanha não atinja o esperado no planejamento. A maioria das empresas sérias de SEO trabalham por performance e recebem de acordo com o posicionamento do cliente nos resultados.
Avalie os relatórios que serão fornecidos, pergunte a periodicidade e peça alguns exemplos de formato. Algumas campanhas de SEO podem ser medidas em tempo real e online, relatórios bem estruturados permitem que o cliente acompanhe a campanha com o fornecedor. Avalie seus fornecedores, escolha o mais capacitado e parta para o ataque. Se você não começar seu SEO imediatamente pode ter certeza que algum dos seus concorrentes o fará.
(Iuri Canuto atua na área de IT há 11 anos e é Diretor de Inovação e Tecnologia da Basics. Fale com ele:iuri.canuto@basics.com.br)
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