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quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Dicas de Como procurar emprego
Confira 8 pontos essenciais para facilitar a busca por uma oportunidade.
Por Rômulo Martins
Mesmo nas fases mais otimistas da economia procurar emprego não é tarefa simples. É uma maratona que envolve planejamento e estratégia. Algumas dicas, no entanto, podem facilitar essa busca. O sócio da Corporate Consulting, Luis Paiva; e a coordenadora de recursos humanos do Grupo NVH, Silvia Salmazo, orientam profissionais que estão ávidos por uma vaga no mercado de trabalho.
1. Informe-se
Não envie currículo sem antes ter se informado sobre a empresa - o que faz, onde atua, quais são seus produtos e principais clientes etc. Assim como a empresa entrevista o candidato, este deve fazer o mesmo com ela, afirmam consultores.
2. Cuide da aparência
Estar bem vestido, de forma adequada, com a aparência saudável, é importante na hora de buscar uma vaga de emprego. Afinal, você é avaliado pelas competências técnicas e comportamentais e pela imagem que transmite.
3. Tenha um objetivo
É necessário enxergar claramente suas ambições a curto, médio e longo prazos. “Na busca por um candidato, o empregador não quer apenas preencher uma cadeira. Ele procura alguém que deseja crescer junto com a empresa”, diz Luis Paiva, da Corporate Consulting.
4. Faça networking
Grande parte das vagas não é divulgada no mercado por causa das indicações. Portanto, esteja atento às oportunidades; crie uma rede de relacionamento capaz de ser acionada não só nos momentos de necessidade, mas também para compartilhar conhecimento. Isso pode ser feito na universidade, no trabalho ou até mesmo em eventos corporativos ou sociais.
5. Procure fontes especializadas
Sites de empregos ou corporativos, consultorias de recursos humanos e outras fontes especializadas podem ser alternativas eficazes na procura por emprego. É fundamental, porém, visualizar nessas ferramentas se as suas necessidades podem ser atendidas. “Procure as fontes mais adequadas para a sua área”, recomenda Silvia Salmazo, do Grupo NVH.
“Para os jovens recomendo os sites de emprego ou corporativos. Para os profissionais de mais idade, que buscam uma recolocação, acredito ser as consultorias as fontes mais adequadas”, afirma Luis Paiva.
6. Elabore um bom currículo
Um bom currículo contém objetivo e informações claras a respeito da formação e experiências profissionais do candidato. É importante ainda que o documento esteja alinhado à vaga, seja elaborado de forma sintética, e que os dados pessoais estejam atualizados.
7. Conheça o perfil que o mercado busca
As necessidades das empresas mudam de maneira veloz, portanto, a educação continuada é compromisso de todo profissional. É preciso prestar atenção também às competências comportamentais requeridas pelo mercado. Espírito de equipe, liderança, flexibilidade estão entre as principais características procuradas nos profissionais.
8. Administre o tempo
Na maratona por uma vaga no mercado de trabalho, muitas vezes, o profissional se vê preso a dilemas que envolvem a escolha do emprego “A” ou “B”. Silvia Salmazo recomenda a participação de no máximo duas entrevistas de emprego por dia, em períodos diferentes.
“Um candidato que tenha uma entrevista marcada às 8h no ABC (região metropolitana de São Paulo) e outra às 10h, na capital, certamente não terá tempo de comparecer ao segundo compromisso. Nesse caso, é recomendável negociar outra data com a empresa.”
Luis Paiva sinaliza a importância de conhecer o trajeto para não chegar atrasado. “Em grandes empresas é comum a marcação de uma fase do processo seletivo em última hora. Na impossibilidade de conciliar dois compromissos o profissional deve identificar a melhor oportunidade”, diz o sócio da Corporate Consulting.
acesse: http://carreiras.empregos.com.br/carreira/administracao/noticias/como-procurar-emprego.shtm
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
O que a falta de etiqueta provoca no "Mundo Corporativo"?
O que a falta de etiqueta provoca no “Mundo Corporativo”?
Etiqueta no mundo dos negócios é fundamental. Saber se portar corretamente no ambiente de trabalho e em processos de entrevista em Recrutamento e Seleção é essencial para ser reconhecido dentro de uma empresa e poder aumentar as oportunidades ao longo da carreira e conquistar a oportunidade almejada. Portanto, é preciso estar atento: em um mercado tão competitivo um bom comportamento pessoal pode ser o diferencial para quem quer se destacar.
Para ser um profissional qualificado é necessário possuir conhecimentos técnicos e profissionais, que envolvam as habilidades e capacidades na execução das atividades e também conhecimentos pessoais, que envolvem o cuidado com a imagem, a postura e o comportamento diante de outras pessoas. A falta de etiqueta pode comprometer a conquista de um cliente, um grande negócio ou um bom emprego.
Comportamentos como serenidade, compromisso e ética estão entre os mais valorizados dentro de uma empresa. Por isso o profissional deve prezar por uma conduta que não incomode ou desrespeite os demais, desde a sua maneira de agir e falar até a forma de se vestir. A rotina, o dia-a-dia estafante e as preocupações com metas, eficiência e lucratividade não podem se tornar um empecilho para as boas maneiras.
No trabalho, a pessoa deve ter acima de tudo discrição em seus atos, pois certas “brincadeiras” ou comentários podem ofender outras pessoas e gerar situações constrangedoras. Nestes casos, a melhor maneira de contornar a situação é pedir desculpas e cuidar para que não ocorra novamente.
As empresas valorizam as atitudes de seus empregados, como a postura e o medo de proceder diante dos obstáculos. Saber agir em momentos difíceis do dia-a-dia representa vantagem competitiva, o que demonstra que o empregado tem um bom senso e está preparado para representar a empresa em qualquer ocasião.
Todas as atitudes que incomodam as pessoas são consideradas falta de respeito e por isso deve haver uma série de cuidados, como por exemplo: não bater o telefone, falar alto, importunar seu colega com conversas e perguntas o tempo todo, entre outros.
Ser elegante em um ambiente de trabalho e bem educado, não significa bajular todo mundo e sim ser cortês, simpático e sociável. Isto certamente facilitará a comunicação e tornará o convívio mais agradável e saudável.
As pessoas que convivem com você agradecerão ter um colega de trabalho que sabe até mexer o açúcar de uma xícara de café, ou fechar uma porta ou fazer qualquer movimento que possa causar barulho, mas sem fazer barulho…este é, se dúvida, um dos segredos para perceber se a pessoa é bem educada ou não.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
A Mulher e o mercado de trabalho
São diversas as desigualdades existentes na sociedade brasileira. Uma das mais evidentes refere-se às relações de gênero, menos relacionada à questão econômica e mais ao ponto de vista cultural e social, constituindo, a partir daí, as representações sociais sobre a participação da mulher dentro de espaços variados, seja na família, na escola, igreja, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.
Nas últimas décadas do século XX, presenciamos um dos fatos mais marcantes na sociedade brasileira, que foi a inserção, cada vez mais crescente, da mulher no campo do trabalho, fato este explicado pela combinação de fatores econômicos, culturais e sociais.
Em razão do avanço e crescimento da industrialização no Brasil, ocorreram a transformação da estrutura produtiva, o contínuo processo de urbanização e a redução das taxas de fecundidade nas famílias, proporcionando a inclusão das mulheres no mercado de trabalho.
Segundo a PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) realizada pelo IBGE em 2007, a população brasileira chega a quase 190 milhões de brasileiros, com a estimativa de 51% de mulheres. Segundo dados do IBGE de 2000, a PEA (População Economicamente Ativa) brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos.
Uma constatação recorrente é a de que, independente do gênero, a pessoa com maior nível de escolaridade tem mais chances e oportunidades de inclusão no mercado de trabalho. Conforme estudos recentes, verifica-se, mesmo que de forma tímida, que a mulher tem tido uma inserção maior no mercado de trabalho. Constata-se, também, uma significativa melhora entre as diferenças salariais quando comparadas ao sexo masculino. Contudo, ainda não foram superadas as recorrentes dificuldades encontradas pelas trabalhadoras no acesso a cargos de chefia e de equiparação salarial com homens que ocupam os mesmos cargos/ocupações.
Ainda nos dias de hoje é recorrente a concentração de ocupações das mulheres no mercado de trabalho, sendo que 80% delas são professoras, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde. Mas o contingente das mulheres trabalhadoras mais importantes está concentrado no serviço doméstico remunerado; no geral, são mulheres negras, com baixo nível de escolaridade e com os menores rendimentos na sociedade brasileira.
Segundo o Seade – Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados, do governo do Estado de São Paulo – quanto ao “comportamento do desemprego feminino na Região Metropolitana de São Paulo, observa-se que, em 1985, essa taxa era de 15,5% para as mulheres e de 10,1% para os homens, aumentando, em 2000, para 20,9% e 15,0%, respectivamente. Isso significa que na RMSP [Região Metropolitana de São Paulo], em 2000, uma em cada cinco mulheres que integravam a População Economicamente Ativa, encontrava-se na condição de desempregada.”
O total das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior à dos homens brancos e 23% delas são empregadas domésticas. Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que são efetivadas no mercado.
O trabalho não remunerado da mulher, especialmente o realizado no âmbito familiar, não é contabilizado por nosso sistema estatístico e não possui valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venha crescendo. O que se conclui com os estudos sobre a situação da mulher no mercado de trabalho é que ocorre uma dificuldade em separar a vida familiar da vida laboral ou vida pública da vida privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.
Orson Camargo
Colaborador Brasil Escola
Graduado em Sociologia e Política pela Escola de Sociologia e Política de São Paulo – FESPSP
Mestre em Sociologia pela Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP
Sociologia - Brasil Escola
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
COMO ESCOLHO MINHA FUTURA PROFISSÃO?
Decidir que carreira seguir pode ser uma tarefa um pouco complicada. Há tantas profissões a escolher, e você não quer correr o risco de fazer algo que não gosta. A boa notícia é que você não é obrigado a fazer apenas uma coisa pelo resto de sua vida. É provável que você troque de carreira ou profissão de 7 a 10 vezes durante toda sua vida!
Mas você não pode desistir. É importante começar pensando o que você gosta de fazer para começar a escolher as possíveis carreiras a explorar. Então, você poderá começar a adquirir as habilidades que precisa para sua futura profissão e planejar seu futuro. O guia abaixo lhe ajudará a começar a decidir sobre a escolha de sua carreira.
A Incerteza
Quando perguntam que faculdade você irá prestar sua a resposta mais freqüente é: 'Eu não sei, ainda estou com dúvida'. Então você pensa: Por que é assim, eu poderia ser como muitos amigos meus que já sabiam o que iriam ser desde os 12 anos de idade.
Afinal você é o maior interessado em descobrir o que irá fazer, alias muito mais interessado do que seu pai, sua mãe, sua tia e sua vizinha que não param de lhe perguntar sobre sua futura carreira.
Geralmente há muitas razões para a resposta: 'Eu não sei'.
- Algumas pessoas têm medo da decisão por que acham que ela terá que durar para sempre.
- Alguns temem de compromisso por imaturidade ou medo.
Outros acham que não vão conseguir. Um exemplo disso é a carreira de medicina. Por acharem que terão de estudar muito, muitos desistem antes mesmo de tentar. Ou então a carreira de músico, por achar que nunca irão fazer sucesso, muitos desistem de seus melhores dons e vão procurar algo mais “viável”.
- Algumas pessoas se sentem inseguras em expressar o que querem.
- Outros querem fazer 3 carreiras ao mesmo tempo. Sonham muito, mas percebem que podem realizar pouco de seus sonhos megalomaníacos.
- Uma minoria acredita que o trabalho só serve para conseguir sustento, então, qualquer trabalho serve.
O MERCADO DE TRABALHO ATUAL
Antigamente era comum uma pessoa escolher uma determinada profissão e permanecer nela pelo resto de sua vida. Muitas vezes não mudavam nem de emprego, chegando a se aposentar na empresa onde começaram a trabalhar.
Hoje não é mais assim, cada profissional não sabe mais se estará na mesma empres, função ou até mesmo na mesma carreira no mês seguinte. Hoje em dia é comum ver profissionais de engenharia trabalhando com administração e economia. Médicos migrando para a área da informática e jornalistas largam trabalhos em jornais e revistas para montar seus próprios negócios.
MAS ENTÃO, DE QUE VALE A PROFISSÃO.
Vale muito. Todo conhecimento adquirido em sua carreira poderá ser bastante útil na sua profissão, mesmo que ela não tenha nada a ver com a carreira em que você se formou. André Lisboa é um exemplo disso. Após dois anos e meio na faculdade de engenharia, André resolveu largar tudo e cursar psicologia.
“No começo fiquei preocupado. Achei que havia perdido dois anos e meio da minha vida estudando engenharia. Hoje, o que aprendi na faculdade de engeharia, se tornou muito importante para minha profissão. Até a parte organizacional se tornou muito mais simples.”
Vale lembrar que muitos outros profissionais se formaram em uma carreira e seguiram outras profissões. Washinton Olivetto da agência de propaganda W/Brasil, é psicólogo e não publicitário.
NOVOS CONCEITOS PROFISSIONAIS
Não se preocupe. Você não estará escolhendo uma carreira para o resto de sua vida. Acredite ou não, cerca de 60% das pessoas mudam de profissão ao longo da vida e mais de 80% mudam de atividade.
Escolha algo que você goste agora. Avalie o mercado de trabalho. Compare suas prioridades atuais na escolha de sua profissão.
Mas você não pode desistir. É importante começar pensando o que você gosta de fazer para começar a escolher as possíveis carreiras a explorar. Então, você poderá começar a adquirir as habilidades que precisa para sua futura profissão e planejar seu futuro. O guia abaixo lhe ajudará a começar a decidir sobre a escolha de sua carreira.
A Incerteza
Quando perguntam que faculdade você irá prestar sua a resposta mais freqüente é: 'Eu não sei, ainda estou com dúvida'. Então você pensa: Por que é assim, eu poderia ser como muitos amigos meus que já sabiam o que iriam ser desde os 12 anos de idade.
Afinal você é o maior interessado em descobrir o que irá fazer, alias muito mais interessado do que seu pai, sua mãe, sua tia e sua vizinha que não param de lhe perguntar sobre sua futura carreira.
Geralmente há muitas razões para a resposta: 'Eu não sei'.
- Algumas pessoas têm medo da decisão por que acham que ela terá que durar para sempre.
- Alguns temem de compromisso por imaturidade ou medo.
Outros acham que não vão conseguir. Um exemplo disso é a carreira de medicina. Por acharem que terão de estudar muito, muitos desistem antes mesmo de tentar. Ou então a carreira de músico, por achar que nunca irão fazer sucesso, muitos desistem de seus melhores dons e vão procurar algo mais “viável”.
- Algumas pessoas se sentem inseguras em expressar o que querem.
- Outros querem fazer 3 carreiras ao mesmo tempo. Sonham muito, mas percebem que podem realizar pouco de seus sonhos megalomaníacos.
- Uma minoria acredita que o trabalho só serve para conseguir sustento, então, qualquer trabalho serve.
O MERCADO DE TRABALHO ATUAL
Antigamente era comum uma pessoa escolher uma determinada profissão e permanecer nela pelo resto de sua vida. Muitas vezes não mudavam nem de emprego, chegando a se aposentar na empresa onde começaram a trabalhar.
Hoje não é mais assim, cada profissional não sabe mais se estará na mesma empres, função ou até mesmo na mesma carreira no mês seguinte. Hoje em dia é comum ver profissionais de engenharia trabalhando com administração e economia. Médicos migrando para a área da informática e jornalistas largam trabalhos em jornais e revistas para montar seus próprios negócios.
MAS ENTÃO, DE QUE VALE A PROFISSÃO.
Vale muito. Todo conhecimento adquirido em sua carreira poderá ser bastante útil na sua profissão, mesmo que ela não tenha nada a ver com a carreira em que você se formou. André Lisboa é um exemplo disso. Após dois anos e meio na faculdade de engenharia, André resolveu largar tudo e cursar psicologia.
“No começo fiquei preocupado. Achei que havia perdido dois anos e meio da minha vida estudando engenharia. Hoje, o que aprendi na faculdade de engeharia, se tornou muito importante para minha profissão. Até a parte organizacional se tornou muito mais simples.”
Vale lembrar que muitos outros profissionais se formaram em uma carreira e seguiram outras profissões. Washinton Olivetto da agência de propaganda W/Brasil, é psicólogo e não publicitário.
NOVOS CONCEITOS PROFISSIONAIS
Não se preocupe. Você não estará escolhendo uma carreira para o resto de sua vida. Acredite ou não, cerca de 60% das pessoas mudam de profissão ao longo da vida e mais de 80% mudam de atividade.
Escolha algo que você goste agora. Avalie o mercado de trabalho. Compare suas prioridades atuais na escolha de sua profissão.
domingo, 18 de dezembro de 2011
Emprego ou trabalho?
Emprego ou trabalho?
A maioria das pessoas vai passar a vida toda correndo atrás de emprego apenas para satisfazer suas necessidades básicas. Talvez elas não queiram nada mais do que um simples emprego e não há nada de mal nisso. Você já fez a sua escolha?
Durante a primeira fase da sua vida profissional, o ser humano luta com todas as forças para conseguir um emprego, não importa onde nem como ou mesmo no que, desde que tenha a oportunidade de mostrar a real capacidade de produzir alguma coisa útil para conquistar alguns trocados. Num primeiro momento, ele não está muito preocupado com esse negócio de vocação, missão ou com o fato de encontrar algo que goste de fazer. Nessa fase, o que importa mesmo é a vontade de progredir e de se sentir aceito pela sociedade.
Com o tempo, descobre-se que existe uma diferença considerável entre emprego e trabalho. Emprego é o que você faz por dinheiro; trabalho é o que você faz por amor. Emprego é aquilo que você encontra facilmente; trabalho é o que você demora a encontrar e muitos talvez nunca encontrem. Emprego nem sempre tem algo a ver com a sua vocação; trabalho tem tudo a ver com a sua vocação. Emprego é o que move as pessoas para trás; trabalho é o que move as pessoas para frente. Emprego é algo que se deseja para sobreviver; trabalho é algo que provoca sentido de realização.
A maioria das pessoas vai passar a vida toda correndo atrás de emprego apenas para satisfazer suas necessidades básicas. Talvez elas não queiram nada mais do que um simples emprego e não há nada de mal nisso. Cada um vive à sua maneira, afinal, não está escrito em lugar algum que ambição e crescimento profissional são obrigatórios na vida de ninguém.
Apesar dessa constatação, é fácil encontrar pessoas que reclamam com frequência do cargo, do salário, do chefe, da falta de reconhecimento e até mesmo da vida que lhes parece injusta. Pior do que isso, o tempo passa e quando você as encontra novamente, de tempos em tempos, descobre que elas estão na mesma empresa, no mesmo cargo, no mesmo setor ou departamento, praticando o mesmo discurso e talvez ganhando o mesmo salário. Em suma, a comodidade do emprego não desperta sentido de contribuição.
Infelizmente, algumas empresas também adoram esse tipo de pessoa, sem ambição, do tipo que reclama, mas faz, o bom soldado. Parte delas prefere estimular a submissão que transforma os profissionais em verdadeiros autômatos sujeitos ao tempo produtivo do relógio, desde que isso não represente perigo para o seu crescimento nem signifique desperdício de dinheiro com treinamento e coisas do gênero.
A realidade é dura. Não é tão simples encontrar o emprego ideal, aquele que se pode contar para todo mundo com orgulho e que provoca sorrisos de orelha a orelha cada vez que alguém pergunta o que você faz. Lamentavelmente, poucas pessoas foram orientadas a procurar trabalho, num sentido mais amplo. Em geral, as pessoas são orientadas a procurar um emprego e isso faz uma diferença enorme com relação à energia, ao tempo e ao modo como as pessoas se dedicam a uma profissão ou atividade.
Um dos maiores avanços provocados pela Geração Internet e pela Sociedade da Informação foi a possibilidade de pensarmos que somos capazes de aprender tudo e fazer tudo, ou quase tudo. Entretanto, o que vai atestar a nossa capacidade de realização e a nossa credibilidade é a forma como nos relacionamos com a sociedade através do exercício da nossa profissão. Quanto mais próximos da vocação original, mais próximos da perfeição, da originalidade, do sentido de realização. Quanto mais trabalharmos com amor, maior o sentido de contribuição e maior a aceitação por parte da sociedade.
De acordo com Emerson, o grande pensador americano, leva-se muito tempo para descobrir o quanto somos ricos. Não nascemos prontos, mas nascemos com habilidades singulares que nos diferenciam de todos os demais seres humanos na face da Terra.
Portanto, em vez de procurar um emprego, procure um sentido na vida, algo pelo qual valha a pena investir a maior parte do seu precioso tempo, algo que sinta orgulho de fazer e que transforme a sua vida num caminho digno de ser percorrido. A vida é curta para ser desperdiçada com coisas que não promovem o seu bem-estar e a felicidade das pessoas ao seu redor.
Experimente isso e seja feliz!
Jerônimo Mendes, Administrador, Professor Universitario e Palestrante, Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo
A maioria das pessoas vai passar a vida toda correndo atrás de emprego apenas para satisfazer suas necessidades básicas. Talvez elas não queiram nada mais do que um simples emprego e não há nada de mal nisso. Você já fez a sua escolha?
Durante a primeira fase da sua vida profissional, o ser humano luta com todas as forças para conseguir um emprego, não importa onde nem como ou mesmo no que, desde que tenha a oportunidade de mostrar a real capacidade de produzir alguma coisa útil para conquistar alguns trocados. Num primeiro momento, ele não está muito preocupado com esse negócio de vocação, missão ou com o fato de encontrar algo que goste de fazer. Nessa fase, o que importa mesmo é a vontade de progredir e de se sentir aceito pela sociedade.
Com o tempo, descobre-se que existe uma diferença considerável entre emprego e trabalho. Emprego é o que você faz por dinheiro; trabalho é o que você faz por amor. Emprego é aquilo que você encontra facilmente; trabalho é o que você demora a encontrar e muitos talvez nunca encontrem. Emprego nem sempre tem algo a ver com a sua vocação; trabalho tem tudo a ver com a sua vocação. Emprego é o que move as pessoas para trás; trabalho é o que move as pessoas para frente. Emprego é algo que se deseja para sobreviver; trabalho é algo que provoca sentido de realização.
A maioria das pessoas vai passar a vida toda correndo atrás de emprego apenas para satisfazer suas necessidades básicas. Talvez elas não queiram nada mais do que um simples emprego e não há nada de mal nisso. Cada um vive à sua maneira, afinal, não está escrito em lugar algum que ambição e crescimento profissional são obrigatórios na vida de ninguém.
Apesar dessa constatação, é fácil encontrar pessoas que reclamam com frequência do cargo, do salário, do chefe, da falta de reconhecimento e até mesmo da vida que lhes parece injusta. Pior do que isso, o tempo passa e quando você as encontra novamente, de tempos em tempos, descobre que elas estão na mesma empresa, no mesmo cargo, no mesmo setor ou departamento, praticando o mesmo discurso e talvez ganhando o mesmo salário. Em suma, a comodidade do emprego não desperta sentido de contribuição.
Infelizmente, algumas empresas também adoram esse tipo de pessoa, sem ambição, do tipo que reclama, mas faz, o bom soldado. Parte delas prefere estimular a submissão que transforma os profissionais em verdadeiros autômatos sujeitos ao tempo produtivo do relógio, desde que isso não represente perigo para o seu crescimento nem signifique desperdício de dinheiro com treinamento e coisas do gênero.
A realidade é dura. Não é tão simples encontrar o emprego ideal, aquele que se pode contar para todo mundo com orgulho e que provoca sorrisos de orelha a orelha cada vez que alguém pergunta o que você faz. Lamentavelmente, poucas pessoas foram orientadas a procurar trabalho, num sentido mais amplo. Em geral, as pessoas são orientadas a procurar um emprego e isso faz uma diferença enorme com relação à energia, ao tempo e ao modo como as pessoas se dedicam a uma profissão ou atividade.
Um dos maiores avanços provocados pela Geração Internet e pela Sociedade da Informação foi a possibilidade de pensarmos que somos capazes de aprender tudo e fazer tudo, ou quase tudo. Entretanto, o que vai atestar a nossa capacidade de realização e a nossa credibilidade é a forma como nos relacionamos com a sociedade através do exercício da nossa profissão. Quanto mais próximos da vocação original, mais próximos da perfeição, da originalidade, do sentido de realização. Quanto mais trabalharmos com amor, maior o sentido de contribuição e maior a aceitação por parte da sociedade.
De acordo com Emerson, o grande pensador americano, leva-se muito tempo para descobrir o quanto somos ricos. Não nascemos prontos, mas nascemos com habilidades singulares que nos diferenciam de todos os demais seres humanos na face da Terra.
Portanto, em vez de procurar um emprego, procure um sentido na vida, algo pelo qual valha a pena investir a maior parte do seu precioso tempo, algo que sinta orgulho de fazer e que transforme a sua vida num caminho digno de ser percorrido. A vida é curta para ser desperdiçada com coisas que não promovem o seu bem-estar e a felicidade das pessoas ao seu redor.
Experimente isso e seja feliz!
Jerônimo Mendes, Administrador, Professor Universitario e Palestrante, Especialista em Desenvolvimento Pessoal e Profissional, apaixonado por Empreendedorismo
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Como elaborar um currículo?
O currículo é o seu primeiro contato com os empregadores, por isso, você tem que indicar qual é o seu perfil profissional logo no começo, abaixo dos dados pessoais, para que decidam se está de acordo com o que procuram para a empresa. Como eles recebem muitos currículos para uma vaga de emprego anunciada, quanto mais bem dispostas as informações no seu currículo, maior será o número de interessados por ele.
Para ter mais chances de sucesso nos processos seletivos, você precisa elaborar um currículo com o objetivo profissional bem definido e mostrar aos recrutadores que tem foco e plano de carreira traçados. Ou seja, é necessário deixar claro qual é o cargo que pretende ocupar, ou em qual área gostaria de trabalhar.
O objetivo profissional deve ser curto e direto, mostrando claramente qual cargo ou área você quer ocupar dentro da empresa. Seja específico, evite escrever um objetivo profissional genérico, que não deixe claro o que você quer. Descreva o seu objetivo profissional em uma linha, de forma sucinta.
Caso seja o seu primeiro emprego e você não tenha experiência profissional, informe em qual área gostaria de trabalhar e destaque no seu currículo cursos que tenha feito e quais as suas habilidades comprovadas para chamar a atenção do recrutador.
Mais de um currículo, mais de um objetivo profissional
É recomendável que você faça um currículo direcionado para cada vaga de emprego que pretende se candidatar. Descreva o seu objetivo profissional de acordo com o cargo que você quer e destaque as experiências que mais se enquadram aos requisitos da vaga. Ter um currículo focado aumenta as chances de chamar a atenção do recrutador, pois ele vai encontrar o que está procurando no seu currículo.
O objetivo profissional é importante para mostrar qual o foco do seu currículo, é a porta de entrada para o recrutador analisar se as suas experiências, conhecimento e formação estão de acordo com o que ele precisa. Portanto, seja objetivo e saiba descrever de forma direta qual é o seu foco profissional e qual o seu plano de carreira.
Modelo de objetivo profissional
O que preencher no campo Objetivo profissional? Essa pergunta pode ser facilmente respondida quando você já tem definido qual o seu foco profissional. Mas pode ser uma dor de cabeça caso você esteja pensando sobre qual área escolher.
O ideal é preencher o objetivo profissional com a função que você quer desempenhar na empresa. Evite informar mais de um objetivo no mesmo currículo, para não passar a imagem de indecisão sobre a sua carreira. Caso não tenha isso definido, é possível informar em que área gostaria de trabalhar. Não escreva frases prontas, sem objetividade e que não mostrem claramente o que você quer.
Veja exemplos de objetivo profissional
Objetivo profissional ideal:
Desejo atuar como Redator Publicitário;
Quero atuar como Analista Contábil;
Quero atuar na área Comercial.
Objetivo profissional sem cargo definido:
Quero atuar na área de Marketing e Vendas.
Quero atuar na área de Gestão de Pessoas.
Quero trabalhar na área Financeira.
Objetivo profissional para o primeiro emprego:
Estou à procura do meu primeiro emprego. Quero atuar na área Comercial;
Estou à procura da minha primeira experiência profissional na área de Vendas.
Objetivo profissional não recomendado:
Desejo atuar na área Comercial, com vendas e atendimento direto ao cliente, com o intuito de aprimorar os meus conhecimentos e elevar a qualidade dos serviços prestados pela empresa;
Quero atuar como Analista Contábil, Analista de Cobrança ou Analista Fiscal.
Quero atuar na área Comercial ou na área Financeira.
Serviços sugeridos:
Análise de Currículo: um consultor especializado irá analisar o seu currículo e destacar os pontos a serem melhorados.
Elaboração de Currículo: um consultor especializado irá elaborar o seu currículo, a partir de informações fornecidas por você.
Carta de Apresentação: um consultor especializado irá elaborar a sua carta de apresentação, a partir de informações fornecidas por você.
Fonte: Objetivo Profissional | Portal Carreira & Sucesso
http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/objetivo-profissional
Para ter mais chances de sucesso nos processos seletivos, você precisa elaborar um currículo com o objetivo profissional bem definido e mostrar aos recrutadores que tem foco e plano de carreira traçados. Ou seja, é necessário deixar claro qual é o cargo que pretende ocupar, ou em qual área gostaria de trabalhar.
O objetivo profissional deve ser curto e direto, mostrando claramente qual cargo ou área você quer ocupar dentro da empresa. Seja específico, evite escrever um objetivo profissional genérico, que não deixe claro o que você quer. Descreva o seu objetivo profissional em uma linha, de forma sucinta.
Caso seja o seu primeiro emprego e você não tenha experiência profissional, informe em qual área gostaria de trabalhar e destaque no seu currículo cursos que tenha feito e quais as suas habilidades comprovadas para chamar a atenção do recrutador.
Mais de um currículo, mais de um objetivo profissional
É recomendável que você faça um currículo direcionado para cada vaga de emprego que pretende se candidatar. Descreva o seu objetivo profissional de acordo com o cargo que você quer e destaque as experiências que mais se enquadram aos requisitos da vaga. Ter um currículo focado aumenta as chances de chamar a atenção do recrutador, pois ele vai encontrar o que está procurando no seu currículo.
O objetivo profissional é importante para mostrar qual o foco do seu currículo, é a porta de entrada para o recrutador analisar se as suas experiências, conhecimento e formação estão de acordo com o que ele precisa. Portanto, seja objetivo e saiba descrever de forma direta qual é o seu foco profissional e qual o seu plano de carreira.
Modelo de objetivo profissional
O que preencher no campo Objetivo profissional? Essa pergunta pode ser facilmente respondida quando você já tem definido qual o seu foco profissional. Mas pode ser uma dor de cabeça caso você esteja pensando sobre qual área escolher.
O ideal é preencher o objetivo profissional com a função que você quer desempenhar na empresa. Evite informar mais de um objetivo no mesmo currículo, para não passar a imagem de indecisão sobre a sua carreira. Caso não tenha isso definido, é possível informar em que área gostaria de trabalhar. Não escreva frases prontas, sem objetividade e que não mostrem claramente o que você quer.
Veja exemplos de objetivo profissional
Objetivo profissional ideal:
Desejo atuar como Redator Publicitário;
Quero atuar como Analista Contábil;
Quero atuar na área Comercial.
Objetivo profissional sem cargo definido:
Quero atuar na área de Marketing e Vendas.
Quero atuar na área de Gestão de Pessoas.
Quero trabalhar na área Financeira.
Objetivo profissional para o primeiro emprego:
Estou à procura do meu primeiro emprego. Quero atuar na área Comercial;
Estou à procura da minha primeira experiência profissional na área de Vendas.
Objetivo profissional não recomendado:
Desejo atuar na área Comercial, com vendas e atendimento direto ao cliente, com o intuito de aprimorar os meus conhecimentos e elevar a qualidade dos serviços prestados pela empresa;
Quero atuar como Analista Contábil, Analista de Cobrança ou Analista Fiscal.
Quero atuar na área Comercial ou na área Financeira.
Serviços sugeridos:
Análise de Currículo: um consultor especializado irá analisar o seu currículo e destacar os pontos a serem melhorados.
Elaboração de Currículo: um consultor especializado irá elaborar o seu currículo, a partir de informações fornecidas por você.
Carta de Apresentação: um consultor especializado irá elaborar a sua carta de apresentação, a partir de informações fornecidas por você.
Fonte: Objetivo Profissional | Portal Carreira & Sucesso
http://www.catho.com.br/carreira-sucesso/dicas-emprego/objetivo-profissional
domingo, 23 de outubro de 2011
Qual a chance de efetivação em emprego temporário?
Todos os anos, muitos trabalhadores são efetivados por destacarem-se em suas atividades. Para o consultor Scher Soares, diretor do Grupo Triunfo: “O fato de ser contratado para uma vaga de emprego temporário exige do trabalhador certo nível de preparo. Mesmo tratando-se de uma situação para um curto prazo, existem sim chances de efetivação. Para isso é importante que o colaborador dê seu máximo nesta nova etapa profissional”.
Para que a efetivação seja realizada é preciso que duas coisas aconteçam:
1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior quantidade de pessoas;
2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.
Como, por parte do trabalhador, só e possível controlar sua performance, a Triunfo Consultoria e Treinamento dá algumas dicas para aumentar as chances de você ser o escolhido:
Invista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está investindo em você, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho. Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.
Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega no novo emprego e já vai questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus resultados).
Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As empresas têm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.
Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.
Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz tempestades em copo d´agua, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa só aumenta.
Fonte: empregos.com.br
Para que a efetivação seja realizada é preciso que duas coisas aconteçam:
1. A empresa tem que sentir necessidade de absorver para seu quadro uma maior quantidade de pessoas;
2. O trabalhador deve destacar-se em meio aos demais, pois a chances de que todos os temporários tornem-se efetivos é muito pequena.
Como, por parte do trabalhador, só e possível controlar sua performance, a Triunfo Consultoria e Treinamento dá algumas dicas para aumentar as chances de você ser o escolhido:
Invista em você: é muito importante que a empresa perceba que você está investindo em você, com o objetivo de capacitar-se para o mercado de trabalho. Busque cursos na internet, leia livros importantes na sua área, converse com pessoas interessantes e, principalmente, coloque em prática seu conteúdo.
Mantenha-se atento e interessado: funcionário que mal chega no novo emprego e já vai questionando sobre seus “direitos” quase sempre não é bem visto. Mostre trabalho, entenda os processos, maximize seu nível de contribuição. Esteja atento aos detalhes e demonstre interesse pela empresa (e pelos seus resultados).
Saiba trabalhar em equipe: um dos aspectos do trabalhador, muito valorizado atualmente nas organizações, é saber trabalhar em equipe. As empresas têm buscado colaboradores que pensem no grupo e que saibam se relacionar com os colegas. Assim, desenvolver a capacidade de adaptação e flexibilidade é fundamental. Em empresas de menor porte isso se torna ainda mais explícito, pois os funcionários devem estar preparados para exercer mais que uma função ao mesmo tempo e mudar de responsabilidades, dependendo das necessidades do negócio. Evite viver centrado apenas nos seus afazeres. É importante lembrar que bom desempenho de uma empresa depende do trabalho executado pela sua equipe.
Saiba ouvir: respeitar a opinião dos seus colegas de trabalho é uma tarefa que possibilita reconhecimento, confiança e valorização, permitindo estabelecer uma relação de respeito profissional. Idéias sensacionais podem surgir quando se permite ouvir novas idéias e conseqüentemente perceber que estas contribuições, podem melhorar e aperfeiçoar a idéia inicial. Um gestor benevolente sabe ouvir cada contribuição da equipe, sem superestimar o potencial intelectual humano.
Seja positivo: se você for todo dia para o trabalho com vibrações positivas, as pessoas vão considerá-lo aquele tipo de pessoa que sabe lidar com a tensão, as incertezas e os problemas. Ou seja, alguém que não faz tempestades em copo d´agua, que se mantém calmo, sereno, confiante e controlado. Mostre-se otimista o tempo todo. Assim que os outros começarem a encará-lo como uma pessoa de temperamento alegre e positivo, vão ter vontade de ficar, cada vez mais, a seu lado e com isso a possibilidade de quererem você por mais tempo na empresa só aumenta.
Fonte: empregos.com.br
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Cursos técnicos e o mercado de trabalho
Cursos técnicos: Senac, Senai, ETECs e Outros
Conheça os cursos técnicos e as escolas técnicos: Senac, Senai, ETECs e Outras. Veja ainda os cursos técnicos disponíveis.
Os cursos técnicos oferecidos por diversas instituições do país são bons para quem deseja um caminho mais curto para o mercado de trabalho. Os cursos técnicos são formatados objetivando capacitar o aluno com conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo. Qualquer pessoa que tenha concluído o ensino fundamental poderá matricular-se em um curso técnico, porém para a obtenção do diploma é necessária a conclusão do ensino médio.
Tipos de cursos técnicos
Os cursos técnicos podem ser articulados de três formas:
Forma integrada. O aluno, com uma única matrícula, frequenta curso cujo currículo foi planejado reunindo os conhecimentos do ensino médio às competências da educação profissional.
Forma concomitante, ocorre uma complementaridade entre o curso técnico e o ensino médio. Nesta modalidade o aluno tem duas matrículas.
Forma subsequente, o aluno, ao se matricular no curso técnico, já concluiu o ensino médio.
Cursos técnicos
Senac, Senai, ETECS e outros
O Senac é uma tradicional escola de ensino técnico e cursos livres no Brasil. O Senac atua em todos os estados e esta ligado a Federação do comércio de cada estado.
O Senai é uma escola técnica muito conceituada em cursos técnicos ligados a indústria. O Senai é ligado a Federação das indústrias de cada estado.
As ETECs ou Escola Técnica Estadual é uma rede de escolas de nível médio e técnico do governo de São Paulo. A ETEC faz parte do Centro Paula Souza e atende diversas cidades do estado de São Paulo.
Mas as escolas técnicas não se limitam a Senac, Senai e ETEC, há diversas escolas no Brasil que trabalham com a educação profissional nas diversas modalidades do setor produtivo.
Conheça os cursos técnicos e as escolas técnicos: Senac, Senai, ETECs e Outras. Veja ainda os cursos técnicos disponíveis.
Os cursos técnicos oferecidos por diversas instituições do país são bons para quem deseja um caminho mais curto para o mercado de trabalho. Os cursos técnicos são formatados objetivando capacitar o aluno com conhecimentos teóricos e práticos nas diversas atividades do setor produtivo. Qualquer pessoa que tenha concluído o ensino fundamental poderá matricular-se em um curso técnico, porém para a obtenção do diploma é necessária a conclusão do ensino médio.
Tipos de cursos técnicos
Os cursos técnicos podem ser articulados de três formas:
Forma integrada. O aluno, com uma única matrícula, frequenta curso cujo currículo foi planejado reunindo os conhecimentos do ensino médio às competências da educação profissional.
Forma concomitante, ocorre uma complementaridade entre o curso técnico e o ensino médio. Nesta modalidade o aluno tem duas matrículas.
Forma subsequente, o aluno, ao se matricular no curso técnico, já concluiu o ensino médio.
Cursos técnicos
Senac, Senai, ETECS e outros
O Senac é uma tradicional escola de ensino técnico e cursos livres no Brasil. O Senac atua em todos os estados e esta ligado a Federação do comércio de cada estado.
O Senai é uma escola técnica muito conceituada em cursos técnicos ligados a indústria. O Senai é ligado a Federação das indústrias de cada estado.
As ETECs ou Escola Técnica Estadual é uma rede de escolas de nível médio e técnico do governo de São Paulo. A ETEC faz parte do Centro Paula Souza e atende diversas cidades do estado de São Paulo.
Mas as escolas técnicas não se limitam a Senac, Senai e ETEC, há diversas escolas no Brasil que trabalham com a educação profissional nas diversas modalidades do setor produtivo.
sábado, 8 de outubro de 2011
"Agora é a hora de emprego temporário"
Época de festas e compras, o Natal também abre oportunidades para quem procura um espaço no mercado de trabalho. A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) prevê em 147 mil o número de vagas de serviços temporários a serem abertas - sendo 44.556 só no Estado de São Paulo. E a oportunidade de efetivação é grande: 29% dos funcionários temporários deverão continuar no emprego após a passagem da data comemorativa.
A Asserttem prevê que até o fim deste ano serão oferecidas 5% mais postos de trabalho se comparado com 2010, quando foram registradas 140 mil contratações no País e 42.434 em São Paulo. No entanto, esse aumento é bem inferior às previsões feitas em 2010 em relação a 2009, quando a variação foi de 12%.
"O ano de 2010 foi bom, com a recuperação da crise e o mercado bem aquecido. Prevemos uma situação mais estável para 2011, mas com grande movimento no comércio também", analisa a diretora de comunicação da Asserttem, Jismália de Oliveira Alves.
O comércio, por meio de lojas, shoppings e supermercados, responde por 70% das contratações. "A partir deste mês, algumas lojas já começam a contratar para fazer a ambientação e o treinamento dos funcionários. Outras deixam para fazer a efetivação mais para o fim do ano", explica Jismália. No caso das indústrias, as contratações começaram em julho.
Primeiro emprego
Na opinião de Willians Ferreira[ ], coordenador do Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST), o trabalho temporário é uma grande oportunidade de primeiro emprego. "É a chance de adquirir experiência e desenvoltura", disse. Segundo o estudo, 28% das vagas devem ser preenchidas por jovem que nunca trabalharam.
Para quem está de olho nos postos oferecidos no comércio, são exigidos o primeiro grau completo, simpatia, facilidade de comunicação e para o trabalho em equipe. Na indústria, a maioria das empresas exige segundo grau completo. O diferencial fica por conta da qualificação técnica do candidato.
E para seguir empregado após o Natal, aconselha Jismália, a pessoa deve demonstrar seu potencial, ter disposição e dedicação. "Os shoppings estendem o horário de atendimento nessa época. É uma rotina puxada, com expediente aos finaisde semana", alerta.
Jéssica Quagglio, 20 anos, começou a trabalhar como vendedora numa loja de material esportivo no fim de 2010. "Era temporária e fui efetivada no início do ano." O conselho para quem quer seguir seu exemplo? "É preciso ter muita disposição, principalmente para trabalhar em loja de shopping onde o movimento é muito maior."
Jornal O Estadão
A Asserttem prevê que até o fim deste ano serão oferecidas 5% mais postos de trabalho se comparado com 2010, quando foram registradas 140 mil contratações no País e 42.434 em São Paulo. No entanto, esse aumento é bem inferior às previsões feitas em 2010 em relação a 2009, quando a variação foi de 12%.
"O ano de 2010 foi bom, com a recuperação da crise e o mercado bem aquecido. Prevemos uma situação mais estável para 2011, mas com grande movimento no comércio também", analisa a diretora de comunicação da Asserttem, Jismália de Oliveira Alves.
O comércio, por meio de lojas, shoppings e supermercados, responde por 70% das contratações. "A partir deste mês, algumas lojas já começam a contratar para fazer a ambientação e o treinamento dos funcionários. Outras deixam para fazer a efetivação mais para o fim do ano", explica Jismália. No caso das indústrias, as contratações começaram em julho.
Primeiro emprego
Na opinião de Willians Ferreira[ ], coordenador do Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST), o trabalho temporário é uma grande oportunidade de primeiro emprego. "É a chance de adquirir experiência e desenvoltura", disse. Segundo o estudo, 28% das vagas devem ser preenchidas por jovem que nunca trabalharam.
Para quem está de olho nos postos oferecidos no comércio, são exigidos o primeiro grau completo, simpatia, facilidade de comunicação e para o trabalho em equipe. Na indústria, a maioria das empresas exige segundo grau completo. O diferencial fica por conta da qualificação técnica do candidato.
E para seguir empregado após o Natal, aconselha Jismália, a pessoa deve demonstrar seu potencial, ter disposição e dedicação. "Os shoppings estendem o horário de atendimento nessa época. É uma rotina puxada, com expediente aos finaisde semana", alerta.
Jéssica Quagglio, 20 anos, começou a trabalhar como vendedora numa loja de material esportivo no fim de 2010. "Era temporária e fui efetivada no início do ano." O conselho para quem quer seguir seu exemplo? "É preciso ter muita disposição, principalmente para trabalhar em loja de shopping onde o movimento é muito maior."
Jornal O Estadão
domingo, 18 de setembro de 2011
Como saber a sua profissão ideal?
Se você está com dúvidas de qual profissão seguir, se perguntando no que vai trabalhar no seu futuro, saiba que existem maneiras que podem lhe ajudar a descobrir e refletir sobre está questão. Se você já está terminando o terceiro ano do Ensino Médio, está na hora de descobrir qual caminho deseja tomar, e uma boa maneira é realizando testes vocacionais.
Algumas pessoas não acreditam que seja verdade esta história de teste vocacional, porém para quem tem dúvida é uma boa forma que auxiliar. Lembre-se que o teste não é algo 100% correto, talvés a resposta que o mesmo lhe dará, não seja a que você vá escolher para sua vida, porém pode lhe ajudar a escolher.
Para realizar um bom teste vocacional entre no site “vocacional.faculdadeparaiso.edu.br”. O site a seguir te disponibilizará a informação de quais as áreas que você mais gosta, e mostrará as profissões que combinam com você, basta responder algumas questões e o resultado aparecerá. Se você não acredita nesta experiência cientifica, não custa nada tentar, é uma maneira simples e fácil de lhe fazer refletir sobre a sua escolha profissional.
Algumas pessoas não acreditam que seja verdade esta história de teste vocacional, porém para quem tem dúvida é uma boa forma que auxiliar. Lembre-se que o teste não é algo 100% correto, talvés a resposta que o mesmo lhe dará, não seja a que você vá escolher para sua vida, porém pode lhe ajudar a escolher.
Para realizar um bom teste vocacional entre no site “vocacional.faculdadeparaiso.edu.br”. O site a seguir te disponibilizará a informação de quais as áreas que você mais gosta, e mostrará as profissões que combinam com você, basta responder algumas questões e o resultado aparecerá. Se você não acredita nesta experiência cientifica, não custa nada tentar, é uma maneira simples e fácil de lhe fazer refletir sobre a sua escolha profissional.
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