Época de festas e compras, o Natal também abre oportunidades para quem procura um espaço no mercado de trabalho. A Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem) prevê em 147 mil o número de vagas de serviços temporários a serem abertas - sendo 44.556 só no Estado de São Paulo. E a oportunidade de efetivação é grande: 29% dos funcionários temporários deverão continuar no emprego após a passagem da data comemorativa.
A Asserttem prevê que até o fim deste ano serão oferecidas 5% mais postos de trabalho se comparado com 2010, quando foram registradas 140 mil contratações no País e 42.434 em São Paulo. No entanto, esse aumento é bem inferior às previsões feitas em 2010 em relação a 2009, quando a variação foi de 12%.
"O ano de 2010 foi bom, com a recuperação da crise e o mercado bem aquecido. Prevemos uma situação mais estável para 2011, mas com grande movimento no comércio também", analisa a diretora de comunicação da Asserttem, Jismália de Oliveira Alves.
O comércio, por meio de lojas, shoppings e supermercados, responde por 70% das contratações. "A partir deste mês, algumas lojas já começam a contratar para fazer a ambientação e o treinamento dos funcionários. Outras deixam para fazer a efetivação mais para o fim do ano", explica Jismália. No caso das indústrias, as contratações começaram em julho.
Primeiro emprego
Na opinião de Willians Ferreira[ ], coordenador do Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST), o trabalho temporário é uma grande oportunidade de primeiro emprego. "É a chance de adquirir experiência e desenvoltura", disse. Segundo o estudo, 28% das vagas devem ser preenchidas por jovem que nunca trabalharam.
Para quem está de olho nos postos oferecidos no comércio, são exigidos o primeiro grau completo, simpatia, facilidade de comunicação e para o trabalho em equipe. Na indústria, a maioria das empresas exige segundo grau completo. O diferencial fica por conta da qualificação técnica do candidato.
E para seguir empregado após o Natal, aconselha Jismália, a pessoa deve demonstrar seu potencial, ter disposição e dedicação. "Os shoppings estendem o horário de atendimento nessa época. É uma rotina puxada, com expediente aos finaisde semana", alerta.
Jéssica Quagglio, 20 anos, começou a trabalhar como vendedora numa loja de material esportivo no fim de 2010. "Era temporária e fui efetivada no início do ano." O conselho para quem quer seguir seu exemplo? "É preciso ter muita disposição, principalmente para trabalhar em loja de shopping onde o movimento é muito maior."
Jornal O Estadão
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sábado, 8 de outubro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Como saber a sua profissão ideal?
Se você está com dúvidas de qual profissão seguir, se perguntando no que vai trabalhar no seu futuro, saiba que existem maneiras que podem lhe ajudar a descobrir e refletir sobre está questão. Se você já está terminando o terceiro ano do Ensino Médio, está na hora de descobrir qual caminho deseja tomar, e uma boa maneira é realizando testes vocacionais.
Algumas pessoas não acreditam que seja verdade esta história de teste vocacional, porém para quem tem dúvida é uma boa forma que auxiliar. Lembre-se que o teste não é algo 100% correto, talvés a resposta que o mesmo lhe dará, não seja a que você vá escolher para sua vida, porém pode lhe ajudar a escolher.
Para realizar um bom teste vocacional entre no site “vocacional.faculdadeparaiso.edu.br”. O site a seguir te disponibilizará a informação de quais as áreas que você mais gosta, e mostrará as profissões que combinam com você, basta responder algumas questões e o resultado aparecerá. Se você não acredita nesta experiência cientifica, não custa nada tentar, é uma maneira simples e fácil de lhe fazer refletir sobre a sua escolha profissional.
Algumas pessoas não acreditam que seja verdade esta história de teste vocacional, porém para quem tem dúvida é uma boa forma que auxiliar. Lembre-se que o teste não é algo 100% correto, talvés a resposta que o mesmo lhe dará, não seja a que você vá escolher para sua vida, porém pode lhe ajudar a escolher.
Para realizar um bom teste vocacional entre no site “vocacional.faculdadeparaiso.edu.br”. O site a seguir te disponibilizará a informação de quais as áreas que você mais gosta, e mostrará as profissões que combinam com você, basta responder algumas questões e o resultado aparecerá. Se você não acredita nesta experiência cientifica, não custa nada tentar, é uma maneira simples e fácil de lhe fazer refletir sobre a sua escolha profissional.
domingo, 28 de agosto de 2011
Emprego ou Trabalho?
Emprego e Trabalho
1. Emprego e Trabalho
A maioria das pessoas associa as palavras trabalho e emprego como se fossem a mesma coisa, não são. Apesar de estarem ligadas, essas palavras possuem significados diferentes. O trabalho é mais antigo que o emprego, o trabalho existe desde o momento que o homem começou a transformar a natureza e o ambiente ao seu redor, desde o momento que o homem começou a fazer utensílios e ferramentas. Por outro lado, o emprego é algo recente na história da humanidade. O emprego é um conceito que surgiu por volta da Revolução Industrial, é uma relação entre homens que vendem sua força de trabalho por algum valor, alguma remuneração, e homens que compram essa força de trabalho pagando algo em troca, algo como um salário.
Trabalho:
De acordo com a definição do Dicionário do Pensamento Social do Século XX, trabalho é o esforço humano dotado de um propósito e envolve a transformação da natureza através do dispêndio de capacidades físicas e mentais.
Emprego:
É a relação, estável, e mais ou menos duradoura, que existe entre quem organiza o trabalho e quem realiza o trabalho. É uma espécie de contrato no qual o possuidor dos meios de produção paga pelo trabalho de outros, que não são possuidores do meio de produção.
2. O trabalho através dos tempos
Ao longo da história da humanidade, variando com o nível cultural e com o estágio evolutivo de cada sociedade, o trabalho tem sido percebido de forma diferenciada. Como lembra Peter Drucker, o trabalho é tão antigo quanto o ser humano. No ocidente, a dignidade do trabalho foi falsamente louvada por muito tempo. O segundo texto grego mais antigo, cerca de cem anos mais novo que os poemas épicos de Homero, é um poema de Hesíodo (800 a.C.), intitulado "Os Trabalhos e os Dias", que canta o trabalho de um agricultor. Porém, tanto no ocidente como no oriente esses gestos de louvor eram puramente simbólicos. Nem Hesíodo, nem Virgílio, nem ninguém da época, estudou de fato o que um agricultor faz e, menos ainda, como faz. O trabalho não merecia a atenção de pessoas educadas, abastadas ou com autoridade. Trabalho era o que os escravos faziam. Mas o trabalho é mais do que um instrumento criador de riqueza (posição dos economistas clássicos). Além do valor intrínseco, serve também para expressar muito da essência do ser humano (o homo faber). O trabalho está intimamente relacionada à personalidade. (Quando dizemos que fulano é um carpinteiro, um médico ou um mecânico, estamos, de certa forma, definindo um ser a partir do trabalho que ele exerce).
No começo dos tempos, o trabalho era a luta constante para sobreviver (acepção bíblica). A necessidade de comer de se abrigar, etc. era que determinava a necessidade de trabalhar. O avanço da agricultura, de seus instrumentos e ferramentas trouxe progressos ao trabalho. O advento do arado representou uma das primeiras revoluções no mundo do trabalho. Mais tarde, a Revolução Industrial viria a afetar também não só o valor e as formas de trabalho, como sua organização e até o aparecimento de políticas sociais. A necessidade de organizar o trabalho, principalmente quando envolve muitas pessoas e ou muitos instrumentos e muitos processos, criou a idéia do "emprego". Nos tempos primitivos, da Babilônia, do Egito, de Israel, etc., havia o trabalho escravo e o trabalho livre; havia até o trabalho de artesãos e o trabalho de um rudimento de ciência, mas não havia o emprego, tal como nós o compreendemos atualmente.
Na Antiguidade, não existia a noção de emprego. A relação trabalhista que existia entre as pessoas era a relação escravizador-escravo. Podemos tomar as três civilizações mais influentes de sua época e que influenciaram o Ocidente com sociedades escravistas, a epípcia, a grega e a romana. Nessa época, todo o trabalho era feito por escravos. Havia artesãos, mas estes não tinham patrões definidos, tinham clientes que pagavam por seus serviços. Os artesãos poderiam ser comparados aos profissionais liberais de hoje, já que trabalhavam por conta própria sem ter patrões. Para os artesãos não existe a relação empregador-empregado, portanto não podemos falar que o artesão tinha um emprego, apesar de ter uma profissão.
Na Idade Média também não havia a noção de emprego. A relação trabalhista da época era a relação senhor-servo. A servidão é diferente da escavidão, já que os servos são ligeiramente mais livres que os escravos. Um servo podia sair das terras do senhor de terras e ir para onde quisesse, desde que não tivesse dívidas a pagar para o senhor de terras. Na servidão, o servo não trabalha para receber uma remuneração, mas para ter o direito de morar nas terras do seu senhor. Também não existe qualquer vínculo contratual entre os dois, mesmo porque senhor e servo eram analfabetos.
Na Idade Moderna as coisas começam a mudar. Nessa época, existiam várias empresas familiares que vendiam uma pequena produção artesanal, todos os membros da família trabalhavam juntos para vender produtos nos mercados; não podemos falar de emprego nesse caso. Além das empresas familiares, havia oficinas com muitos aprendizes que recebiam moradia e alimentação em troca e, ocasionalmente, alguns trocados. É por essa época que começa a se esboçar o conceito de emprego.
Com o advento da Revolução Industrial, êxodo rural, concentração dos meios de produção, a maior parte da população não tinha nem ferramentas para trabalhar como artesãos. Sendo assim, restava às pessoas oferecer seu trabalho como moeda de troca. É nessa época que a noção de emprego toma sua forma. O conceito de emprego é característico da Idade Contemporânea.
Discorremos sobre o trabalho e as relações trabalhistas tendo em vista os quatro períodos históricos, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea para que ficasse visível a lógica da divisão da História em quatro períodos. Cada período histórico é marcado por uma organização sócio-político-econômico-cultural própria. Temos motivos para crer que esse fim de século XX é o início de um período de transição de onde passaremos da idade contemporânea para uma Idade pós-Contemporânea. As mudanças que vêm ocorrendo graças à tecnologia, principalmente a tecnologia da computação-telecomunicação, estão modificando as relações econômicas entre empresas, empregados, governos, países, línguas, culturas e sociedades. Essas mudanças parecem estar caminhando para uma situação tão diferente da existente no final da Segunda Guerra Mundial, que podemos dizer que um novo período da História está se esboçando.
3. Por quê estudar o Trabalho e o Emprego?
O trabalho é essencial para o funcionamento das sociedades. O trabalho é responsável pela produção de alimentos e outros produtos de consumo da sociedade. Sendo assim, sempre existirá o trabalho. O conceito, a classificação eo valor atribuído ao trabalho são sempre questões culturais. Cada sociedade cria um conceito próprio, divide o trabalho em certas categorias e atribui-lhe um determinado valor. Quando essas condições se alteram, o trabalho também se altera, seja pela forma como se realiza (manual, mecânico, elétrico, eletrônico, etc.), seja pelos instrumentos-padrão que utiliza e assim por diante. Da mesma forma, a sociedade e seus agentes também variam na forma como organizam, interpretam e valorizam o trabalho.
A forma como uma sociedade decide quem vai organizar o trabalho e quem o realizará; e a forma como o produto, a riqueza, produzida pelo trabalho é distribuída entre os membros da sociedade, determina as divisões de classes sociais. O trabalho é, talvez, o principal fator que determina a sociedade, suas estruturas e funcionamento; o inverso também é verdadeiro. Assim, enquanto existir uma sociedade, existirá trabalho, pois aquela não pode existir sem esta (o mesmo pode não ser verdadeiro em relação ao emprego).
Fica claro que compreender o trabalho e o emprego é importante em qualquer ocasião e época; mas é mais importante ainda entender o trabalho quando a sociedade está em um processo de mudança, de revolução; pois o trabalho certamente será influenciado e influenciará as mudanças e a sociedade. Faremos um estudo sobre o que está ocorrendo com o trabalho e os empregos nesta revolução, que, supomos, seja inevitável, que se se vislumbra com o advento da sociedade da informação.
1. Emprego e Trabalho
A maioria das pessoas associa as palavras trabalho e emprego como se fossem a mesma coisa, não são. Apesar de estarem ligadas, essas palavras possuem significados diferentes. O trabalho é mais antigo que o emprego, o trabalho existe desde o momento que o homem começou a transformar a natureza e o ambiente ao seu redor, desde o momento que o homem começou a fazer utensílios e ferramentas. Por outro lado, o emprego é algo recente na história da humanidade. O emprego é um conceito que surgiu por volta da Revolução Industrial, é uma relação entre homens que vendem sua força de trabalho por algum valor, alguma remuneração, e homens que compram essa força de trabalho pagando algo em troca, algo como um salário.
Trabalho:
De acordo com a definição do Dicionário do Pensamento Social do Século XX, trabalho é o esforço humano dotado de um propósito e envolve a transformação da natureza através do dispêndio de capacidades físicas e mentais.
Emprego:
É a relação, estável, e mais ou menos duradoura, que existe entre quem organiza o trabalho e quem realiza o trabalho. É uma espécie de contrato no qual o possuidor dos meios de produção paga pelo trabalho de outros, que não são possuidores do meio de produção.
2. O trabalho através dos tempos
Ao longo da história da humanidade, variando com o nível cultural e com o estágio evolutivo de cada sociedade, o trabalho tem sido percebido de forma diferenciada. Como lembra Peter Drucker, o trabalho é tão antigo quanto o ser humano. No ocidente, a dignidade do trabalho foi falsamente louvada por muito tempo. O segundo texto grego mais antigo, cerca de cem anos mais novo que os poemas épicos de Homero, é um poema de Hesíodo (800 a.C.), intitulado "Os Trabalhos e os Dias", que canta o trabalho de um agricultor. Porém, tanto no ocidente como no oriente esses gestos de louvor eram puramente simbólicos. Nem Hesíodo, nem Virgílio, nem ninguém da época, estudou de fato o que um agricultor faz e, menos ainda, como faz. O trabalho não merecia a atenção de pessoas educadas, abastadas ou com autoridade. Trabalho era o que os escravos faziam. Mas o trabalho é mais do que um instrumento criador de riqueza (posição dos economistas clássicos). Além do valor intrínseco, serve também para expressar muito da essência do ser humano (o homo faber). O trabalho está intimamente relacionada à personalidade. (Quando dizemos que fulano é um carpinteiro, um médico ou um mecânico, estamos, de certa forma, definindo um ser a partir do trabalho que ele exerce).
No começo dos tempos, o trabalho era a luta constante para sobreviver (acepção bíblica). A necessidade de comer de se abrigar, etc. era que determinava a necessidade de trabalhar. O avanço da agricultura, de seus instrumentos e ferramentas trouxe progressos ao trabalho. O advento do arado representou uma das primeiras revoluções no mundo do trabalho. Mais tarde, a Revolução Industrial viria a afetar também não só o valor e as formas de trabalho, como sua organização e até o aparecimento de políticas sociais. A necessidade de organizar o trabalho, principalmente quando envolve muitas pessoas e ou muitos instrumentos e muitos processos, criou a idéia do "emprego". Nos tempos primitivos, da Babilônia, do Egito, de Israel, etc., havia o trabalho escravo e o trabalho livre; havia até o trabalho de artesãos e o trabalho de um rudimento de ciência, mas não havia o emprego, tal como nós o compreendemos atualmente.
Na Antiguidade, não existia a noção de emprego. A relação trabalhista que existia entre as pessoas era a relação escravizador-escravo. Podemos tomar as três civilizações mais influentes de sua época e que influenciaram o Ocidente com sociedades escravistas, a epípcia, a grega e a romana. Nessa época, todo o trabalho era feito por escravos. Havia artesãos, mas estes não tinham patrões definidos, tinham clientes que pagavam por seus serviços. Os artesãos poderiam ser comparados aos profissionais liberais de hoje, já que trabalhavam por conta própria sem ter patrões. Para os artesãos não existe a relação empregador-empregado, portanto não podemos falar que o artesão tinha um emprego, apesar de ter uma profissão.
Na Idade Média também não havia a noção de emprego. A relação trabalhista da época era a relação senhor-servo. A servidão é diferente da escavidão, já que os servos são ligeiramente mais livres que os escravos. Um servo podia sair das terras do senhor de terras e ir para onde quisesse, desde que não tivesse dívidas a pagar para o senhor de terras. Na servidão, o servo não trabalha para receber uma remuneração, mas para ter o direito de morar nas terras do seu senhor. Também não existe qualquer vínculo contratual entre os dois, mesmo porque senhor e servo eram analfabetos.
Na Idade Moderna as coisas começam a mudar. Nessa época, existiam várias empresas familiares que vendiam uma pequena produção artesanal, todos os membros da família trabalhavam juntos para vender produtos nos mercados; não podemos falar de emprego nesse caso. Além das empresas familiares, havia oficinas com muitos aprendizes que recebiam moradia e alimentação em troca e, ocasionalmente, alguns trocados. É por essa época que começa a se esboçar o conceito de emprego.
Com o advento da Revolução Industrial, êxodo rural, concentração dos meios de produção, a maior parte da população não tinha nem ferramentas para trabalhar como artesãos. Sendo assim, restava às pessoas oferecer seu trabalho como moeda de troca. É nessa época que a noção de emprego toma sua forma. O conceito de emprego é característico da Idade Contemporânea.
Discorremos sobre o trabalho e as relações trabalhistas tendo em vista os quatro períodos históricos, Idade Antiga, Idade Média, Idade Moderna e Idade Contemporânea para que ficasse visível a lógica da divisão da História em quatro períodos. Cada período histórico é marcado por uma organização sócio-político-econômico-cultural própria. Temos motivos para crer que esse fim de século XX é o início de um período de transição de onde passaremos da idade contemporânea para uma Idade pós-Contemporânea. As mudanças que vêm ocorrendo graças à tecnologia, principalmente a tecnologia da computação-telecomunicação, estão modificando as relações econômicas entre empresas, empregados, governos, países, línguas, culturas e sociedades. Essas mudanças parecem estar caminhando para uma situação tão diferente da existente no final da Segunda Guerra Mundial, que podemos dizer que um novo período da História está se esboçando.
3. Por quê estudar o Trabalho e o Emprego?
O trabalho é essencial para o funcionamento das sociedades. O trabalho é responsável pela produção de alimentos e outros produtos de consumo da sociedade. Sendo assim, sempre existirá o trabalho. O conceito, a classificação eo valor atribuído ao trabalho são sempre questões culturais. Cada sociedade cria um conceito próprio, divide o trabalho em certas categorias e atribui-lhe um determinado valor. Quando essas condições se alteram, o trabalho também se altera, seja pela forma como se realiza (manual, mecânico, elétrico, eletrônico, etc.), seja pelos instrumentos-padrão que utiliza e assim por diante. Da mesma forma, a sociedade e seus agentes também variam na forma como organizam, interpretam e valorizam o trabalho.
A forma como uma sociedade decide quem vai organizar o trabalho e quem o realizará; e a forma como o produto, a riqueza, produzida pelo trabalho é distribuída entre os membros da sociedade, determina as divisões de classes sociais. O trabalho é, talvez, o principal fator que determina a sociedade, suas estruturas e funcionamento; o inverso também é verdadeiro. Assim, enquanto existir uma sociedade, existirá trabalho, pois aquela não pode existir sem esta (o mesmo pode não ser verdadeiro em relação ao emprego).
Fica claro que compreender o trabalho e o emprego é importante em qualquer ocasião e época; mas é mais importante ainda entender o trabalho quando a sociedade está em um processo de mudança, de revolução; pois o trabalho certamente será influenciado e influenciará as mudanças e a sociedade. Faremos um estudo sobre o que está ocorrendo com o trabalho e os empregos nesta revolução, que, supomos, seja inevitável, que se se vislumbra com o advento da sociedade da informação.
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Concurso para cadastro reserva compensa?
Concurso para cadastro de reserva compensa, dizem especialistas
Uma das dicas é verificar instituição contratante e empresa organizadora.
Especialistas dizem que, mesmo sem vagas definidas, concurso vale pela experiência.
Maria Angélica Oliveira Do G1, em São Paulo
Se prestar um concurso público com vagas definidas já causa expectativa nos candidatos, uma seleção para cadastro de reserva tem potencial ainda maior para gerar ansiedade em quem procura uma vaga no serviço público.
Confira lista de concursos e oportunidades
Para especialistas, os concursos para cadastro de reserva não devem ser vistos com desconfiança. Segundo eles, o candidato pode e deve buscar maneiras de se assegurar de que há possibilidade concreta de nomeação.
Editoria de Arte
“A pessoa tem que olhar qual é o órgão contratante. Se for um conselho regional de algum órgão pouco representativo oferecendo cargos muito atraentes, por exemplo, convém a pessoa averiguar se esses cargos existem, dar uma sondada. E a segunda coisa é a empresa organizadora. São os dois elementos que dão segurança para o candidato: quem vai contratar e quem está fazendo o concurso”, aconselha Carlos Alberto De Lucca, coordenador do Siga Concursos.
Formada em informática, a “concurseira” Ana Lúcia Húngaro, de 38 anos, segue a dica. No início do ano, ela fez a prova para analista da área administrativa do Ministério Público da União (MPU), cargo para cadastro de reserva.
“A gente sempre procura saber se a instituição costuma chamar ou não. Conversei com o pessoal de concursos, das escolas”, conta.
Outra orientação é fazer pesquisa ‘in loco’, opina o sociólogo José Luiz Baubeta, especialista na área e diretor de recursos humanos da Central de Concursos.
“A pessoa pode procurar a repartição pública e perguntar se vale a pena, se o concurso é sério ou não. Esse ‘feedback’ de testemunhar alguém que já passou em concurso para cadastro reserva é bom”, diz.
Segundo ele, o candidato não deve pensar que “jogou tempo e dinheiro fora” caso não seja chamado. Para Baubeta, o “know-how” e a experiência adquiridos nas provas já valem a pena, não importando se há vagas definidas ou se o concurso é para cadastro de reserva.
“Tem gente que fala: 'Ah, vou prestar esse concurso que tem 40 vagas e 40 mil candidatos? É muito pouca vaga'. Aí eu digo: 'mas quantas vagas resolvem o seu problema? Uma'.”
'Efeito dominó'
Neste mês, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu concurso público para formação de cadastro de reserva. Não há número de vagas definido, mas o salário é atrativo – pode chegar a R$ 5,2 mil.
Baubeta diz que muitos dos concursos para cadastro de reserva são para o setor financeiro. E explica o motivo. “A rotatividade no setor financeiro é muito grande, por causa da carreira. Há pessoas que, no espaço de tempo de validade do concurso, têm ascensão funcional, ou prestam outros concursos, e vão deixando vagas ociosas”, afirma.
É o que diz o Banco do Brasil. Desde 1999, o banco realizou seis concursos – todos para cadastro de reserva e para o cargo de escriturário, o primeiro da carreira da instituição.
“Vamos supor que você entrou em uma agência e está precisando de caixa-executivo, por exemplo. Você pode entrar um dia no banco (como escriturário), no outro dia estar fazendo curso de caixa-executivo e depois já exercer o cargo”, explica o gerente de divisão da Diretoria de Gestão de Pessoas do banco, Josimar de Gusmão Lopes.
Segundo ele, o banco opta por realizar concursos sem número de vagas definidas devido à quantidade de funcionários que se aposentam todos os meses.
“Sempre vai sair o funcionário mais antigo que naturalmente já ocupa um cargo melhor na empresa. Como sai lá de cima, tem um efeito dominó (...) sempre vai ter o reflexo lá embaixo”, explica Lopes.
Segundo dados da instituição, dos 4.653 classificados do concurso realizado em 2001 na região Centro-Oeste, 4,5 mil foram chamados. Já em 2003, dos 118 mil classificados na seleção feita para todo o país (exceto para a capital paulista), cerca de 30 mil foram chamados.
Chesf
Mas nem todos os concursos para cadastro reserva são para a área financeira. Neste ano, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) realizou concurso para cadastro de reserva.
Segundo informações disponíveis no site da empresa que organizou a seleção, a Consulplan, houve 856,3 mil inscritos. A Consulplan informou que cerca de 350 mil pessoas foram classificadas. De acordo com dados do site da companhia, a Chesf tinha 6,9 mil funcionários em dezembro de 2006.
Diogo Nogueira, de 27 anos, foi um dos inscritos no concurso da Chesf. Ele conta que ficou em primeiro lugar no cargo de administrador na região para a qual se inscreveu – Recife (PE) - e diz que vê perspectiva de tomar posse pelo fato de ter sido bem classificado. Mas diz que também pretende prestar outros concursos, mesmo para cadastro de reserva.
“Independentemente de ser cadastro reserva ou não, a pessoa tem que se esforçar, se dedicar e estudar até porque, independente de ter vaga ou não, tem que se dar bem na prova. Se não se der bem na prova, não vai ser chamado”, diz.
Regra é estudar
Com ou sem vagas definidas, os especialistas afirmam que a regra é estudar. O coordenador do Siga Concursos diz que, mesmo sem o nome de “cadastro reserva”, os candidatos que atingem a pontuação mínima, mas não chegam aos primeiros lugares, acabam “ficando na fila” de uma forma ou de outra.
“Vamos supor que um concurso tinha uma nota mínima e mil pessoas atingiram essa nota, mas só tinha 200 vagas. Durante esse prazo de validade, podem surgir outras vagas: o pessoal se aposentou, mudou de comarca, se afastou etc. Se está dentro do prazo de validade, o órgão não pode realizar outro concurso. Então ele vai chamar o 201º, 202º até completar as vagas”, afirma.
Validade dos concursos
A lei 8.112 fixa a validade dos concursos públicos em até dois anos, podendo ser prorrogados uma vez, por período igual. Além disso, a lei determina que outro concurso não pode ser aberto “enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado”, diz o texto.
A universitária Érica Nascimento Justino, de 20 anos, está aprendendo a lição. Ela prestou um concurso para o Banco do Brasil para cadastro de reserva, e não passou.
“Não me preparei muito, relaxei mesmo”, conta a estudante, que agora vai prestar o concurso do banco Nossa Caixa para auxiliar administrativo, cargo que não tem vagas específicas, apenas cadastro de reserva.
“Quando a gente quer muito, e eu quero muito ser funcionária pública, a gente espera, tem que ter paciência. E tem uns concursos que chamam rápido”, diz, animada.
Uma das dicas é verificar instituição contratante e empresa organizadora.
Especialistas dizem que, mesmo sem vagas definidas, concurso vale pela experiência.
Maria Angélica Oliveira Do G1, em São Paulo
Se prestar um concurso público com vagas definidas já causa expectativa nos candidatos, uma seleção para cadastro de reserva tem potencial ainda maior para gerar ansiedade em quem procura uma vaga no serviço público.
Confira lista de concursos e oportunidades
Para especialistas, os concursos para cadastro de reserva não devem ser vistos com desconfiança. Segundo eles, o candidato pode e deve buscar maneiras de se assegurar de que há possibilidade concreta de nomeação.
Editoria de Arte
“A pessoa tem que olhar qual é o órgão contratante. Se for um conselho regional de algum órgão pouco representativo oferecendo cargos muito atraentes, por exemplo, convém a pessoa averiguar se esses cargos existem, dar uma sondada. E a segunda coisa é a empresa organizadora. São os dois elementos que dão segurança para o candidato: quem vai contratar e quem está fazendo o concurso”, aconselha Carlos Alberto De Lucca, coordenador do Siga Concursos.
Formada em informática, a “concurseira” Ana Lúcia Húngaro, de 38 anos, segue a dica. No início do ano, ela fez a prova para analista da área administrativa do Ministério Público da União (MPU), cargo para cadastro de reserva.
“A gente sempre procura saber se a instituição costuma chamar ou não. Conversei com o pessoal de concursos, das escolas”, conta.
Outra orientação é fazer pesquisa ‘in loco’, opina o sociólogo José Luiz Baubeta, especialista na área e diretor de recursos humanos da Central de Concursos.
“A pessoa pode procurar a repartição pública e perguntar se vale a pena, se o concurso é sério ou não. Esse ‘feedback’ de testemunhar alguém que já passou em concurso para cadastro reserva é bom”, diz.
Segundo ele, o candidato não deve pensar que “jogou tempo e dinheiro fora” caso não seja chamado. Para Baubeta, o “know-how” e a experiência adquiridos nas provas já valem a pena, não importando se há vagas definidas ou se o concurso é para cadastro de reserva.
“Tem gente que fala: 'Ah, vou prestar esse concurso que tem 40 vagas e 40 mil candidatos? É muito pouca vaga'. Aí eu digo: 'mas quantas vagas resolvem o seu problema? Uma'.”
'Efeito dominó'
Neste mês, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) abriu concurso público para formação de cadastro de reserva. Não há número de vagas definido, mas o salário é atrativo – pode chegar a R$ 5,2 mil.
Baubeta diz que muitos dos concursos para cadastro de reserva são para o setor financeiro. E explica o motivo. “A rotatividade no setor financeiro é muito grande, por causa da carreira. Há pessoas que, no espaço de tempo de validade do concurso, têm ascensão funcional, ou prestam outros concursos, e vão deixando vagas ociosas”, afirma.
É o que diz o Banco do Brasil. Desde 1999, o banco realizou seis concursos – todos para cadastro de reserva e para o cargo de escriturário, o primeiro da carreira da instituição.
“Vamos supor que você entrou em uma agência e está precisando de caixa-executivo, por exemplo. Você pode entrar um dia no banco (como escriturário), no outro dia estar fazendo curso de caixa-executivo e depois já exercer o cargo”, explica o gerente de divisão da Diretoria de Gestão de Pessoas do banco, Josimar de Gusmão Lopes.
Segundo ele, o banco opta por realizar concursos sem número de vagas definidas devido à quantidade de funcionários que se aposentam todos os meses.
“Sempre vai sair o funcionário mais antigo que naturalmente já ocupa um cargo melhor na empresa. Como sai lá de cima, tem um efeito dominó (...) sempre vai ter o reflexo lá embaixo”, explica Lopes.
Segundo dados da instituição, dos 4.653 classificados do concurso realizado em 2001 na região Centro-Oeste, 4,5 mil foram chamados. Já em 2003, dos 118 mil classificados na seleção feita para todo o país (exceto para a capital paulista), cerca de 30 mil foram chamados.
Chesf
Mas nem todos os concursos para cadastro reserva são para a área financeira. Neste ano, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) realizou concurso para cadastro de reserva.
Segundo informações disponíveis no site da empresa que organizou a seleção, a Consulplan, houve 856,3 mil inscritos. A Consulplan informou que cerca de 350 mil pessoas foram classificadas. De acordo com dados do site da companhia, a Chesf tinha 6,9 mil funcionários em dezembro de 2006.
Diogo Nogueira, de 27 anos, foi um dos inscritos no concurso da Chesf. Ele conta que ficou em primeiro lugar no cargo de administrador na região para a qual se inscreveu – Recife (PE) - e diz que vê perspectiva de tomar posse pelo fato de ter sido bem classificado. Mas diz que também pretende prestar outros concursos, mesmo para cadastro de reserva.
“Independentemente de ser cadastro reserva ou não, a pessoa tem que se esforçar, se dedicar e estudar até porque, independente de ter vaga ou não, tem que se dar bem na prova. Se não se der bem na prova, não vai ser chamado”, diz.
Regra é estudar
Com ou sem vagas definidas, os especialistas afirmam que a regra é estudar. O coordenador do Siga Concursos diz que, mesmo sem o nome de “cadastro reserva”, os candidatos que atingem a pontuação mínima, mas não chegam aos primeiros lugares, acabam “ficando na fila” de uma forma ou de outra.
“Vamos supor que um concurso tinha uma nota mínima e mil pessoas atingiram essa nota, mas só tinha 200 vagas. Durante esse prazo de validade, podem surgir outras vagas: o pessoal se aposentou, mudou de comarca, se afastou etc. Se está dentro do prazo de validade, o órgão não pode realizar outro concurso. Então ele vai chamar o 201º, 202º até completar as vagas”, afirma.
Validade dos concursos
A lei 8.112 fixa a validade dos concursos públicos em até dois anos, podendo ser prorrogados uma vez, por período igual. Além disso, a lei determina que outro concurso não pode ser aberto “enquanto houver candidato aprovado em concurso anterior com prazo de validade não expirado”, diz o texto.
A universitária Érica Nascimento Justino, de 20 anos, está aprendendo a lição. Ela prestou um concurso para o Banco do Brasil para cadastro de reserva, e não passou.
“Não me preparei muito, relaxei mesmo”, conta a estudante, que agora vai prestar o concurso do banco Nossa Caixa para auxiliar administrativo, cargo que não tem vagas específicas, apenas cadastro de reserva.
“Quando a gente quer muito, e eu quero muito ser funcionária pública, a gente espera, tem que ter paciência. E tem uns concursos que chamam rápido”, diz, animada.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
O que você espera em 2011? Como anda o mercado de trabalho?
Estudar, fazer um curso superior, pegar o diploma, arrumar um bom emprego, trabalhar por algumas décadas, se aposentar e curtir a vida. Esqueça tudo isso, este era o cenário para o trabalhador de antigamente. Muitas coisas mudaram e continuam em contínua evolução.
O diploma de um curso superior já foi garantia de emprego, até meados da década de 70; hoje não é mais. Pensar que após o término da faculdade você está "livre" do estudo é simplesmente decretar a morte da sua carreira profissional. Hoje precisamos estar sempre estudando, sempre nos atualizando. Estamos vivendo a "era da informação, da velocidade e da orientação para resultados". Muitas vezes, ficamos atônitos com a rapidez com que as mudanças acontecem. Já não basta mais sermos especialistas em uma única área: Engenharia, Administração, Economia, Direito, etc. Precisamos "entender do negócio", isto é, conhecer todos os aspectos relacionados com o ramo da empresa onde trabalhamos, senão como poderemos aplicar nossos conhecimentos em benefício da empresa, ou em outras palavras: gerar resultados.
Muitos consultores e autores bem-sucedidos de livros de negócios e carreira dizem que estamos vivendo a era dos multi-especialistas. Precisamos entender de muitos assuntos: administração, finanças, informática, outros idiomas, pessoas (esta talvez seja a aptidão mais importante e mais difícil), trabalho em equipe, etc. Eles estão certos. Precisamos entender de muitos assuntos e a única maneira de dominá-los é através do estudo e aprendizado contínuos. Nesta coluna vou falar sobre os conhecimentos/áreas que todo o profissional deve dominar, independente da sua profissão. Em uma das próximas colunas falarei sobre os aspectos humanos que fazem com que um profissional possa se destacar.
Começando pelo óbvio:
Nem tudo mudou. É evidente que você precisa ter ótimos conhecimentos na sua área de atuação, ou você teria coragem de se submeter a uma cirurgia com alguém que não é formado em medicina? É claro que não. Um ponto importante é que não basta conhecer o básico, para se destacar e ser um profissional requisitado pelo mercado, você precisa dominar os conhecimentos da sua área de atuação e para isso só existe um caminho: Qual?? É lógico que é o estudo e a atualização constantes. Não existe mágica. Você quer ser um profissional excelente, quer se destacar, quer sempre estar empregado (alguns autoras chamam de "Empregabilidade")? Então não tem jeito: muito estudo e, principalmente, colocar em prática o que você estudou. O mercado está muito seletivo, não existe mais lugar para enganadores. De nada adianta você ter ótimos conhecimentos se não for capaz de traduzi-los em resultados para a empresa. Lembre-se: você não é paga para ficar oito horas na empresa, você é paga para gerar resultados. Sem resultados = sem emprego.
Outros conhecimentos/habilidades importantes:
Existem conhecimentos que são fundamentais, independente da área em que você atue. Conhecimentos de informática, tais como: saber utilizar um bom redator de textos (normalmente o Microsoft Word), saber utilizar uma boa planilha eletrônica (normalmente o Microsoft Excel) e, principalmente, saber utilizar os recursos disponibilizados pela Internet. O conhecimento de idiomas também é muito importante. O inglês ainda é o mais importante, seguido de perto, para nós brasileiros, pelo Espanhol. Pode ser que, para a sua profissão/cargo atuais, não seja obrigatório o conhecimento de idiomas mas, com certeza, o domínio de um ou mais idiomas estrangeiros será um diferencial importante. Se você ainda não domina os fundamentos da informática e, pelo menos, o idioma Inglês, já está mais do que na hora de começar, nada de ficar "procrastinando", ou seja: "de ficar deixando para depois, "empurrando com a barriga". Nem pense em deixar para depois.
Habilidades na comunicação, quer seja para escrever, falar ou fazer apresentações, são fundamentais. Independente da função, o profissional atual deve dominar as técnicas de redação, o que inclui um bom vocabulário e um bom conhecimento da nossa Gramática. Desde a elaboração de relatórios, projetos e memorandos, até na comunicação via e-mail, o domínio das técnicas de redação é um diferencial importante, que pode ajudar você na busca por melhores posições dentro da empresa. Claro que muitas vezes a verdadeira "aversão" que muitas pessoas tem pela redação, pode ter origem na maneira como esta disciplina é ensinada na escola. mas este é assunto para uma outra coluna, onde falaremos sobre problemas/soluções para o modelo de educação atual. Além de saber por as idéias no papel é importante que você saiba apresentá-las para os seus colegas e superiores. A capacidade de fazer boas apresentações é muito importante. O profissional que domina as técnicas para uma boa apresentação, vê muitas portas se abrirem.
Trabalho em equipe e delegação de tarefas: Você é admitido na empresa e é mais do que normal que como primeira função, seja alocado para realizar algumas tarefas operacionais. Mas como todo mundo, você quer evoluir, crescer, ser promovido. É natural que venha a ocupar, com o passar do tempo, um cargo de gerência. Quem sabe um dia chegue a diretor, depois vice-presidente e, por que não, presidente. Não importa o cargo que você ocupa, é fundamental que saiba trabalhar em equipe, em outras palavras: "colaboração e cooperação". Isso não significa que não deva existir competição, porém em doses saudáveis. Mas o fato é que somente o trabalho em equipe é capaz de obter os resultados exigidos atualmente. Pela milionésima vez vou citar o exemplo do time de futebol formado por onze craques, porém sem espírito de equipe, onde cada um quer aparecer mais do que o outro. Com certeza este time será derrotado por uma equipe formada por onze jogadores medianos, porém com forte espírito de equipe, onde todos colaboram na busca de um objetivo comum. Na medida em que você vai ocupando cargos com características mais gerenciais do que operacionais a delegação de tarefas torna-se um instrumento indispensável. Se você chefia uma equipe é fundamental que confie nela. Com isso é possível delegar tarefas e manter um nível de acompanhamento racional; pois de nada adianta delegar uma tarefa e depois acompanhar, passo-a-passo a execução.
O diploma de um curso superior já foi garantia de emprego, até meados da década de 70; hoje não é mais. Pensar que após o término da faculdade você está "livre" do estudo é simplesmente decretar a morte da sua carreira profissional. Hoje precisamos estar sempre estudando, sempre nos atualizando. Estamos vivendo a "era da informação, da velocidade e da orientação para resultados". Muitas vezes, ficamos atônitos com a rapidez com que as mudanças acontecem. Já não basta mais sermos especialistas em uma única área: Engenharia, Administração, Economia, Direito, etc. Precisamos "entender do negócio", isto é, conhecer todos os aspectos relacionados com o ramo da empresa onde trabalhamos, senão como poderemos aplicar nossos conhecimentos em benefício da empresa, ou em outras palavras: gerar resultados.
Muitos consultores e autores bem-sucedidos de livros de negócios e carreira dizem que estamos vivendo a era dos multi-especialistas. Precisamos entender de muitos assuntos: administração, finanças, informática, outros idiomas, pessoas (esta talvez seja a aptidão mais importante e mais difícil), trabalho em equipe, etc. Eles estão certos. Precisamos entender de muitos assuntos e a única maneira de dominá-los é através do estudo e aprendizado contínuos. Nesta coluna vou falar sobre os conhecimentos/áreas que todo o profissional deve dominar, independente da sua profissão. Em uma das próximas colunas falarei sobre os aspectos humanos que fazem com que um profissional possa se destacar.
Começando pelo óbvio:
Nem tudo mudou. É evidente que você precisa ter ótimos conhecimentos na sua área de atuação, ou você teria coragem de se submeter a uma cirurgia com alguém que não é formado em medicina? É claro que não. Um ponto importante é que não basta conhecer o básico, para se destacar e ser um profissional requisitado pelo mercado, você precisa dominar os conhecimentos da sua área de atuação e para isso só existe um caminho: Qual?? É lógico que é o estudo e a atualização constantes. Não existe mágica. Você quer ser um profissional excelente, quer se destacar, quer sempre estar empregado (alguns autoras chamam de "Empregabilidade")? Então não tem jeito: muito estudo e, principalmente, colocar em prática o que você estudou. O mercado está muito seletivo, não existe mais lugar para enganadores. De nada adianta você ter ótimos conhecimentos se não for capaz de traduzi-los em resultados para a empresa. Lembre-se: você não é paga para ficar oito horas na empresa, você é paga para gerar resultados. Sem resultados = sem emprego.
Outros conhecimentos/habilidades importantes:
Existem conhecimentos que são fundamentais, independente da área em que você atue. Conhecimentos de informática, tais como: saber utilizar um bom redator de textos (normalmente o Microsoft Word), saber utilizar uma boa planilha eletrônica (normalmente o Microsoft Excel) e, principalmente, saber utilizar os recursos disponibilizados pela Internet. O conhecimento de idiomas também é muito importante. O inglês ainda é o mais importante, seguido de perto, para nós brasileiros, pelo Espanhol. Pode ser que, para a sua profissão/cargo atuais, não seja obrigatório o conhecimento de idiomas mas, com certeza, o domínio de um ou mais idiomas estrangeiros será um diferencial importante. Se você ainda não domina os fundamentos da informática e, pelo menos, o idioma Inglês, já está mais do que na hora de começar, nada de ficar "procrastinando", ou seja: "de ficar deixando para depois, "empurrando com a barriga". Nem pense em deixar para depois.
Habilidades na comunicação, quer seja para escrever, falar ou fazer apresentações, são fundamentais. Independente da função, o profissional atual deve dominar as técnicas de redação, o que inclui um bom vocabulário e um bom conhecimento da nossa Gramática. Desde a elaboração de relatórios, projetos e memorandos, até na comunicação via e-mail, o domínio das técnicas de redação é um diferencial importante, que pode ajudar você na busca por melhores posições dentro da empresa. Claro que muitas vezes a verdadeira "aversão" que muitas pessoas tem pela redação, pode ter origem na maneira como esta disciplina é ensinada na escola. mas este é assunto para uma outra coluna, onde falaremos sobre problemas/soluções para o modelo de educação atual. Além de saber por as idéias no papel é importante que você saiba apresentá-las para os seus colegas e superiores. A capacidade de fazer boas apresentações é muito importante. O profissional que domina as técnicas para uma boa apresentação, vê muitas portas se abrirem.
Trabalho em equipe e delegação de tarefas: Você é admitido na empresa e é mais do que normal que como primeira função, seja alocado para realizar algumas tarefas operacionais. Mas como todo mundo, você quer evoluir, crescer, ser promovido. É natural que venha a ocupar, com o passar do tempo, um cargo de gerência. Quem sabe um dia chegue a diretor, depois vice-presidente e, por que não, presidente. Não importa o cargo que você ocupa, é fundamental que saiba trabalhar em equipe, em outras palavras: "colaboração e cooperação". Isso não significa que não deva existir competição, porém em doses saudáveis. Mas o fato é que somente o trabalho em equipe é capaz de obter os resultados exigidos atualmente. Pela milionésima vez vou citar o exemplo do time de futebol formado por onze craques, porém sem espírito de equipe, onde cada um quer aparecer mais do que o outro. Com certeza este time será derrotado por uma equipe formada por onze jogadores medianos, porém com forte espírito de equipe, onde todos colaboram na busca de um objetivo comum. Na medida em que você vai ocupando cargos com características mais gerenciais do que operacionais a delegação de tarefas torna-se um instrumento indispensável. Se você chefia uma equipe é fundamental que confie nela. Com isso é possível delegar tarefas e manter um nível de acompanhamento racional; pois de nada adianta delegar uma tarefa e depois acompanhar, passo-a-passo a execução.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Afinal, trabalho temporário vale a pena?
Por conta dos acontecimentos ligados à economia brasileira, em alta, os setores de serviços e de comércio também vivenciam um momento favorável de expansão
Final de ano : é hora de contratar temporários
130 mil postos de trabalho temporário devem ser abertos por shoppings no Natal
104,3 mil trabalhadores temporários contratados até julho de 2010Setembro é o período em que a caça por trabalhadores temporários para o Natal é intensificada, principalmente pelos setores de serviços e comércio. Entre os grandes candidatos a essas vagas estão, na maioria das vezes, jovens em busca do primeiro emprego e pessoas fora do mercado de trabalho há algum tempo. Apesar das milhares de vagas disponíveis, muitos ainda têm dúvida se realmente vale a pena ingressar neste tipo de trabalho, válido por apenas três meses.
Vamos analisar os fatos. Uma pessoa que está parada, em busca de emprego, só tem a ganhar com essa oportunidade. Entre as vantagens, está a possibilidade de efetivação e conquista de um emprego formal.
Para se ter uma ideia deste cenário, de acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem), o Natal deste ano promete contratar 139 mil temporários em todo o país, 11% a mais do que o mesmo período em 2009. Desse total, cerca de 30% deverão ser preenchidas por jovens em situação de primeiro emprego.
Por conta dos acontecimentos ligados à economia brasileira, em alta, os setores de serviços e de comércio também vivenciam um momento favorável de expansão. Deste modo, as projeções até o final do ano para as contratações são positivas. Segundo a entidade, a previsão de efetivação após o período pré-determinado é de 28%. Isso quer dizer que quem se destacar no trabalho dia a dia tem ótimas chances de fazer parte deste índice.
A outra vantagem de se tornar um trabalhador temporário, mesmo não sendo efetivado ou não havendo essa pretensão por parte do profissional, é que ele adquire uma ótima experiência profissional e aprendizados para toda a sua vida. Como se sabe, as festividades do final do ano significam trabalho dobrado para os lojistas e prestadores de serviço. Por isso, esforço e dedicação são pré-requisitos para quem não quer fazer feio. Apenas o fato de ter atuado como temporário já demonstra garra, superação e determinação em entrevistas para futuras oportunidades.
Além disso, este profissional aprende a lidar com situações que precisará enfrentar no mercado de trabalho. Quem atua na área de Vendas, por exemplo, precisa desenvolver a capacidade de estabelecer bons relacionamentos em um curto prazo de tempo, de persuadir e ter a flexibilidade. Ele também precisará lidar com hierarquia, uma dificuldade encontrada em grande parte dos novos profissionais dentro das corporações.
Outra barreira cultural enfrentada por quem avalia a possibilidade de ingressar neste mercado é a aquisição dos direitos. Quem pensa que estão em grande desvantagem dos efetivos que atuam na mesma firma, está enganado. Veja a seguir quais são os deveres das empresas contratantes e o que os temporários têm direito. Vença o preconceito e encare como uma grande oportunidade de crescer pessoal e profissionalmente.
Saiba o que você tem direito:
1) Salário equivalente a de um trabalhador contratado
2) Período de trabalho de 8 horas diárias com direito ao pagamento de hora extra com acréscimo de 20%
3) Adicional por trabalho noturno
4) Repouso semanal remunerado
5) 13º salário proporcional
6) Férias proporcionais, em caso de dispensa sem justa causa ou término normal do contrato de trabalho temporário
7) Proteção previdenciária
8) Seguro de acidentes de trabalho
9) Vale-transporte
10) Contrato de até 90 dias, renovável por mais 90
* Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com no Brasil, especialista em carreiras, mercado de trabalho e coach de carreira. Grinberg desenvolveu sólida carreira internacional, morou oito anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, quando trabalhou em empresas como a Sony Pictures e a Warner Bros.
Final de ano : é hora de contratar temporários
130 mil postos de trabalho temporário devem ser abertos por shoppings no Natal
104,3 mil trabalhadores temporários contratados até julho de 2010Setembro é o período em que a caça por trabalhadores temporários para o Natal é intensificada, principalmente pelos setores de serviços e comércio. Entre os grandes candidatos a essas vagas estão, na maioria das vezes, jovens em busca do primeiro emprego e pessoas fora do mercado de trabalho há algum tempo. Apesar das milhares de vagas disponíveis, muitos ainda têm dúvida se realmente vale a pena ingressar neste tipo de trabalho, válido por apenas três meses.
Vamos analisar os fatos. Uma pessoa que está parada, em busca de emprego, só tem a ganhar com essa oportunidade. Entre as vantagens, está a possibilidade de efetivação e conquista de um emprego formal.
Para se ter uma ideia deste cenário, de acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e Trabalho Temporário (Asserttem), o Natal deste ano promete contratar 139 mil temporários em todo o país, 11% a mais do que o mesmo período em 2009. Desse total, cerca de 30% deverão ser preenchidas por jovens em situação de primeiro emprego.
Por conta dos acontecimentos ligados à economia brasileira, em alta, os setores de serviços e de comércio também vivenciam um momento favorável de expansão. Deste modo, as projeções até o final do ano para as contratações são positivas. Segundo a entidade, a previsão de efetivação após o período pré-determinado é de 28%. Isso quer dizer que quem se destacar no trabalho dia a dia tem ótimas chances de fazer parte deste índice.
A outra vantagem de se tornar um trabalhador temporário, mesmo não sendo efetivado ou não havendo essa pretensão por parte do profissional, é que ele adquire uma ótima experiência profissional e aprendizados para toda a sua vida. Como se sabe, as festividades do final do ano significam trabalho dobrado para os lojistas e prestadores de serviço. Por isso, esforço e dedicação são pré-requisitos para quem não quer fazer feio. Apenas o fato de ter atuado como temporário já demonstra garra, superação e determinação em entrevistas para futuras oportunidades.
Além disso, este profissional aprende a lidar com situações que precisará enfrentar no mercado de trabalho. Quem atua na área de Vendas, por exemplo, precisa desenvolver a capacidade de estabelecer bons relacionamentos em um curto prazo de tempo, de persuadir e ter a flexibilidade. Ele também precisará lidar com hierarquia, uma dificuldade encontrada em grande parte dos novos profissionais dentro das corporações.
Outra barreira cultural enfrentada por quem avalia a possibilidade de ingressar neste mercado é a aquisição dos direitos. Quem pensa que estão em grande desvantagem dos efetivos que atuam na mesma firma, está enganado. Veja a seguir quais são os deveres das empresas contratantes e o que os temporários têm direito. Vença o preconceito e encare como uma grande oportunidade de crescer pessoal e profissionalmente.
Saiba o que você tem direito:
1) Salário equivalente a de um trabalhador contratado
2) Período de trabalho de 8 horas diárias com direito ao pagamento de hora extra com acréscimo de 20%
3) Adicional por trabalho noturno
4) Repouso semanal remunerado
5) 13º salário proporcional
6) Férias proporcionais, em caso de dispensa sem justa causa ou término normal do contrato de trabalho temporário
7) Proteção previdenciária
8) Seguro de acidentes de trabalho
9) Vale-transporte
10) Contrato de até 90 dias, renovável por mais 90
* Renato Grinberg é diretor Geral da Trabalhando.com no Brasil, especialista em carreiras, mercado de trabalho e coach de carreira. Grinberg desenvolveu sólida carreira internacional, morou oito anos em Los Angeles, nos Estados Unidos, quando trabalhou em empresas como a Sony Pictures e a Warner Bros.
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Assim é o funcionário padrão. Você é um?
Segundo consultores de RH, o funcionário ideal tem características que não se aprende nos livros. Ele deve ser criativo, dinâmico, líder. E também ter família estruturada, saber se comportar, se vestir...
O funcionário padrão das empresas brasileiras deve ter boa formação - leia-se diplomas de faculdades de primeira linha e pós-gradução ou MBA - e experiência em grandes companhias; deve falar pelo menos mais um idioma, ser criativo, dinâmico, ter espírito de liderança e valorizar o trabalho em equipe. E deve ainda ter estabilidade para tomar decisões dentro e fora do ambiente de trabalho.
Essas foram as características citadas por consultorias em Recursos Humanos procuradas pelo JT para traçarem o perfil do funcionário ideal. A coordenadora da Manager, Neli Barboza, explica que as empresas querem profissionais que se mostrem estáveis. "Ter família estruturada é importante para muitos empresários", diz. "Isso significa que ele poderá se concentrar mais, pois terá menos problemas para resolver fora do trabalho".
Ela afirma que, na hora da contratação, prevalecem valores tradicionais. "A boa formação, a maneira discreta de se vestir e de se comportar podem garantir a vaga".
Outras características destacadas por Neli são o dinamismo e a criatividade.
"Atualmente, as empresas costumam ter uma estrutura enxuta", comenta a consultora. "Por isso, o funcionário tem de ter iniciativa de realizar tarefas de vários cargos, mas tem de saber respeitar a hierarquia".
Além do manual
O consultor Simon Franco, presidente da TMP WorldWide para a América Latina, acredita que "o profissional disputado pelas empresas é aquele capaz de resolver problemas que não estão no manual". "O que vale no meio empresarial é o diferencial. Aquilo que você tem e os outros não".
Franco lembra que, há dez anos, o diferencial dos profissionais era o diploma de curso superior. "Hoje, no entanto, aumentou em 50% o número de pessoas formadas no terceiro grau", afirma. "Portanto, o que está valendo em termos educacionais são os MBA ou outras opções de pós-graduação".
Ele destaca que a formação é importante e a carreira profissional também.
"Se você trabalhou em boas empresas e explicou em seu currículo que tomou decisões importantes lá dentro, isso vai ajudar bastante o candidato em processos seletivos e entrevistas".
Mas, o que pode eliminar ou pesar de verdade na contratação de um candidato a um posto de trabalho podem ser detalhes de sua personalidade. "Se a pessoa é segura de si, tem coragem de tomar decisões importantes em momentos delicados, é líder e valoriza o trabalho em conjunto, sabe se comunicar e tem uma boa postura diante dos superiores e subordinados, tem grandes chances de atingir o sucesso profissional em pouco tempo", afirma o consultor.
Franco ressalta que essas características são aquelas que não se aprendem na escola, faculdade ou nos cursos de pós-graduação. "É o ponto mais difícil de um profissional alcançar. Porque são detalhes que não se aprende em livros e, sim, no dia-a-dia, na sua educação e vivência".
A consultora Ana Maria Grecco, da Crossing Consultoria, observa que a capacidade do profissional se relacionar também é valorizada pelos empregadores.
O funcionário padrão das empresas brasileiras deve ter boa formação - leia-se diplomas de faculdades de primeira linha e pós-gradução ou MBA - e experiência em grandes companhias; deve falar pelo menos mais um idioma, ser criativo, dinâmico, ter espírito de liderança e valorizar o trabalho em equipe. E deve ainda ter estabilidade para tomar decisões dentro e fora do ambiente de trabalho.
Essas foram as características citadas por consultorias em Recursos Humanos procuradas pelo JT para traçarem o perfil do funcionário ideal. A coordenadora da Manager, Neli Barboza, explica que as empresas querem profissionais que se mostrem estáveis. "Ter família estruturada é importante para muitos empresários", diz. "Isso significa que ele poderá se concentrar mais, pois terá menos problemas para resolver fora do trabalho".
Ela afirma que, na hora da contratação, prevalecem valores tradicionais. "A boa formação, a maneira discreta de se vestir e de se comportar podem garantir a vaga".
Outras características destacadas por Neli são o dinamismo e a criatividade.
"Atualmente, as empresas costumam ter uma estrutura enxuta", comenta a consultora. "Por isso, o funcionário tem de ter iniciativa de realizar tarefas de vários cargos, mas tem de saber respeitar a hierarquia".
Além do manual
O consultor Simon Franco, presidente da TMP WorldWide para a América Latina, acredita que "o profissional disputado pelas empresas é aquele capaz de resolver problemas que não estão no manual". "O que vale no meio empresarial é o diferencial. Aquilo que você tem e os outros não".
Franco lembra que, há dez anos, o diferencial dos profissionais era o diploma de curso superior. "Hoje, no entanto, aumentou em 50% o número de pessoas formadas no terceiro grau", afirma. "Portanto, o que está valendo em termos educacionais são os MBA ou outras opções de pós-graduação".
Ele destaca que a formação é importante e a carreira profissional também.
"Se você trabalhou em boas empresas e explicou em seu currículo que tomou decisões importantes lá dentro, isso vai ajudar bastante o candidato em processos seletivos e entrevistas".
Mas, o que pode eliminar ou pesar de verdade na contratação de um candidato a um posto de trabalho podem ser detalhes de sua personalidade. "Se a pessoa é segura de si, tem coragem de tomar decisões importantes em momentos delicados, é líder e valoriza o trabalho em conjunto, sabe se comunicar e tem uma boa postura diante dos superiores e subordinados, tem grandes chances de atingir o sucesso profissional em pouco tempo", afirma o consultor.
Franco ressalta que essas características são aquelas que não se aprendem na escola, faculdade ou nos cursos de pós-graduação. "É o ponto mais difícil de um profissional alcançar. Porque são detalhes que não se aprende em livros e, sim, no dia-a-dia, na sua educação e vivência".
A consultora Ana Maria Grecco, da Crossing Consultoria, observa que a capacidade do profissional se relacionar também é valorizada pelos empregadores.
sábado, 31 de julho de 2010
Como está o mercado de trabalho atualmente?
O NOVO MERCADO DE TRABALHO
Com certeza você deve se lembrar de como era o modelo de profissional que as empresas queriam no passado. Se você não se lembra. Pode deixar que eu vou refrescar a sua memória. Naquela época, os profissionais deveriam ser pessoas pacatas, seguidoras, leais, pacientes, especialistas e executoras. Uma pessoa entrava com 19 anos em uma empresa e saia somente após ser aposentada. Voltando no tempo mais uma vez, você deve se lembrar de qual era o tipo de emprego que seus pais ou avós achavam o ideal para qualquer pessoa. Eu aposto que você disse o serviço bancário. Com certeza, você já deve ter ouvido de alguma destas pessoas que o melhor trabalho, seria no Banco do Brasil; eu mesmo já ouvi de minha avó, que sempre dizia: - Estude bastante para, quem sabe, trabalhar no Banco do Brasil! Nossos antepassados não tinham tantas opções como nós temos hoje. Por isso, para eles, a maioria das pessoas que faziam uma faculdade para serem pessoas reconhecidas e com status na cidade, teria que trabalhar em um banco ou possuir seu próprio negócio. O mercado de trabalho atual evoluiu e agora somente ter um diploma universitário já não é mais suficiente. As exigências são muitas, vão de um segundo idioma (já tem gente dizendo terceiro) até um MBA no exterior. Aquele modelo de profissional citado no início, já está ultrapassado. Pessoas com aquele perfil já são consideradas dinossauros pré-históricos. Graças às novas tecnologias, novas profissões surgiram, mas também diversas ocupações tradicionais foram e estão sendo transformadas, substituídas e até mesmo extintas. Seria loucura de minha parte querer prever quais as novas demandas profissionais para o futuro e quais os rumos irão tomar o trabalho e o emprego, até porque as transformações variam segundo as condições de cada região, segmento da economia e qualificação de cada trabalhador. É preciso saber se adequar à nova lei de sobrevivência do atual mercado de trabalho, que exige uma constante atualização e desenvolvimento de habilidades e competências, de modo a atender aos novos requisitos técnicos / econômicos e a aumentar a empregabilidade. Empresas sempre existirão e elas estão aí, a procura de profissionais. Muitas vezes elas não conseguem encontrar o perfil adequado para determinado cargo ou área, e sendo assim, são obrigadas a treinar profissionais com o perfil demandado. Prova disso são as universidades corporativas que surgiram nos últimos tempos pelo Brasil e no mundo. Hoje o profissional considerado moderno deve possuir em seu perfil algumas características básicas, a seguir: iniciativa própria criatividade liderança aprendizagem contínua boa comunicação agilidade e flexibilidade habilidade para lidar com pessoas saber trabalhar em equipe ser digital Estas são apenas algumas habilidades exigidas pelo mercado de trabalho atual. São infindáveis e retratam um perfil em aberto onde se pode incluir novas características, habilidades e conhecimentos. A pessoa que possui estas habilidades pode fazer parte de uma organização moderna. Nestas organizações os salários são medidos com base na produção e na competência particular de cada profissional e não mais em posições hierárquicas pré-definidas. Se você fizer uma análise neste novo mercado de trabalho, poderá constatar que os empregos existentes, na maioria dos casos, são considerados temporários. Há empresas que delegam tarefas a pessoas que não fazem parte de seu corpo funcional. Estes profissionais são os consultores independentes que comercializam seus talentos sem nenhum vínculo empregatício com a empresa. O novo mercado de trabalho exige que as empresas sejam cada vez mais dinâmicas, e isso está mudando completamente a relação entre empregado e empregador. Para concluir este texto, gostaria que você refletisse, sobre quais das habilidades citadas você possui. Todas? Meus Parabéns. Algumas? Se esta foi a sua resposta, o melhor a se fazer é começar hoje mesmo a tentar conseguir as que estão faltando, pois amanhã pode ser tarde.
Com certeza você deve se lembrar de como era o modelo de profissional que as empresas queriam no passado. Se você não se lembra. Pode deixar que eu vou refrescar a sua memória. Naquela época, os profissionais deveriam ser pessoas pacatas, seguidoras, leais, pacientes, especialistas e executoras. Uma pessoa entrava com 19 anos em uma empresa e saia somente após ser aposentada. Voltando no tempo mais uma vez, você deve se lembrar de qual era o tipo de emprego que seus pais ou avós achavam o ideal para qualquer pessoa. Eu aposto que você disse o serviço bancário. Com certeza, você já deve ter ouvido de alguma destas pessoas que o melhor trabalho, seria no Banco do Brasil; eu mesmo já ouvi de minha avó, que sempre dizia: - Estude bastante para, quem sabe, trabalhar no Banco do Brasil! Nossos antepassados não tinham tantas opções como nós temos hoje. Por isso, para eles, a maioria das pessoas que faziam uma faculdade para serem pessoas reconhecidas e com status na cidade, teria que trabalhar em um banco ou possuir seu próprio negócio. O mercado de trabalho atual evoluiu e agora somente ter um diploma universitário já não é mais suficiente. As exigências são muitas, vão de um segundo idioma (já tem gente dizendo terceiro) até um MBA no exterior. Aquele modelo de profissional citado no início, já está ultrapassado. Pessoas com aquele perfil já são consideradas dinossauros pré-históricos. Graças às novas tecnologias, novas profissões surgiram, mas também diversas ocupações tradicionais foram e estão sendo transformadas, substituídas e até mesmo extintas. Seria loucura de minha parte querer prever quais as novas demandas profissionais para o futuro e quais os rumos irão tomar o trabalho e o emprego, até porque as transformações variam segundo as condições de cada região, segmento da economia e qualificação de cada trabalhador. É preciso saber se adequar à nova lei de sobrevivência do atual mercado de trabalho, que exige uma constante atualização e desenvolvimento de habilidades e competências, de modo a atender aos novos requisitos técnicos / econômicos e a aumentar a empregabilidade. Empresas sempre existirão e elas estão aí, a procura de profissionais. Muitas vezes elas não conseguem encontrar o perfil adequado para determinado cargo ou área, e sendo assim, são obrigadas a treinar profissionais com o perfil demandado. Prova disso são as universidades corporativas que surgiram nos últimos tempos pelo Brasil e no mundo. Hoje o profissional considerado moderno deve possuir em seu perfil algumas características básicas, a seguir: iniciativa própria criatividade liderança aprendizagem contínua boa comunicação agilidade e flexibilidade habilidade para lidar com pessoas saber trabalhar em equipe ser digital Estas são apenas algumas habilidades exigidas pelo mercado de trabalho atual. São infindáveis e retratam um perfil em aberto onde se pode incluir novas características, habilidades e conhecimentos. A pessoa que possui estas habilidades pode fazer parte de uma organização moderna. Nestas organizações os salários são medidos com base na produção e na competência particular de cada profissional e não mais em posições hierárquicas pré-definidas. Se você fizer uma análise neste novo mercado de trabalho, poderá constatar que os empregos existentes, na maioria dos casos, são considerados temporários. Há empresas que delegam tarefas a pessoas que não fazem parte de seu corpo funcional. Estes profissionais são os consultores independentes que comercializam seus talentos sem nenhum vínculo empregatício com a empresa. O novo mercado de trabalho exige que as empresas sejam cada vez mais dinâmicas, e isso está mudando completamente a relação entre empregado e empregador. Para concluir este texto, gostaria que você refletisse, sobre quais das habilidades citadas você possui. Todas? Meus Parabéns. Algumas? Se esta foi a sua resposta, o melhor a se fazer é começar hoje mesmo a tentar conseguir as que estão faltando, pois amanhã pode ser tarde.
sábado, 19 de junho de 2010
VAGA DE EMPREGO EM IATE!! NÃO PERCA
Empresa de iates americana vem ao Brasil pela primeira vez para recrutar a mão de obra brasileira para o trabalho nos navios mais luxuosos do mundo.
Trabalhar a bordo de cruzeiros marítimos já está se tornando uma atividade comum entre os jovens brasileiros, com a ampliação desta área no país outras empresas do ramo estão interessadas na nossa mão de obra qualificada.
A empresa Seabourn Yatchs é uma companhia marítima que trabalha somente com iates, pequenos transatlânticos que realizam o mesmo serviço dos navios de cruzeiros, mas com mais luxo e menos passageiros. O número de passageiros pode variar de 208 nos iates pequenos e 450 nos grandes. Fundada em 1987 a empresa possui seis navios e uma alta tradição no mercado internacional.
Trabalhar em um iate é muito parecido a trabalhar em um pequeno navio de cruzeiros, a diferença é o publico que freqüenta os mesmo. As paisagens serão diversas pois os iates realizam a costa americana, o mediterrâneo, o amazonas, a Ásia, entre outros.
A grande qualidade de se trabalhar a bordo de um iate é o tempo de contrato, que é de 4 meses, claro que os tripulantes têm a chance de renovar e voltar a bordo depois de umas pequenas férias de 2 meses.
A exigência para se trabalhar em um iate é muito alta, experiências em restaurantes e hotéis 5 estrelas e um ótimo conhecimento da língua inglesa. A idade deve ser de 24 a 35 anos. O trabalho é duro de 13 horas por dia como em qualquer transatlântico. Mas a maior recompensa é o salário pago aos funcionários da empresa. O pagamento é feito em euros e vão de 1.100 até 2.000 euros por mês.
A companhia paga a passagem de ida e de volta, e todos os selecionados tem direito a moradia, alimentação e seguro saúde. Sem contar na possibilidade de conhecer diferentes lugares do mundo e ganhar em Euro.
As vagas em aberto são: cozinha, restaurante, bar e governança.
Para participar os interessados devem se cadastrar pelo site www.staffwork.com.br . Qualquer dúvida poderá ser solucionada das 9 as 18 pelo telefone: 11 2925-0831.
Trabalhar a bordo de cruzeiros marítimos já está se tornando uma atividade comum entre os jovens brasileiros, com a ampliação desta área no país outras empresas do ramo estão interessadas na nossa mão de obra qualificada.
A empresa Seabourn Yatchs é uma companhia marítima que trabalha somente com iates, pequenos transatlânticos que realizam o mesmo serviço dos navios de cruzeiros, mas com mais luxo e menos passageiros. O número de passageiros pode variar de 208 nos iates pequenos e 450 nos grandes. Fundada em 1987 a empresa possui seis navios e uma alta tradição no mercado internacional.
Trabalhar em um iate é muito parecido a trabalhar em um pequeno navio de cruzeiros, a diferença é o publico que freqüenta os mesmo. As paisagens serão diversas pois os iates realizam a costa americana, o mediterrâneo, o amazonas, a Ásia, entre outros.
A grande qualidade de se trabalhar a bordo de um iate é o tempo de contrato, que é de 4 meses, claro que os tripulantes têm a chance de renovar e voltar a bordo depois de umas pequenas férias de 2 meses.
A exigência para se trabalhar em um iate é muito alta, experiências em restaurantes e hotéis 5 estrelas e um ótimo conhecimento da língua inglesa. A idade deve ser de 24 a 35 anos. O trabalho é duro de 13 horas por dia como em qualquer transatlântico. Mas a maior recompensa é o salário pago aos funcionários da empresa. O pagamento é feito em euros e vão de 1.100 até 2.000 euros por mês.
A companhia paga a passagem de ida e de volta, e todos os selecionados tem direito a moradia, alimentação e seguro saúde. Sem contar na possibilidade de conhecer diferentes lugares do mundo e ganhar em Euro.
As vagas em aberto são: cozinha, restaurante, bar e governança.
Para participar os interessados devem se cadastrar pelo site www.staffwork.com.br . Qualquer dúvida poderá ser solucionada das 9 as 18 pelo telefone: 11 2925-0831.
sábado, 8 de maio de 2010
VAGA DE EMPREGO - APRENDIZES ADMINISTRATIVOS
Olá Pessoal,
Multipliquem....
Bjs
H. STERN
Empresa mundialmente reconhecida pelo design diferenciado e produtos de alta qualidade, seleciona para atuar na Zona Sul do Rio de Janeiro:
APRENDIZES ADMINISTRATIVOS
Pré-requisitos:
- Ensino médio completo ou em curso
- Não ter feito nenhum curso de aprendiz nos últimos 6 meses
- Ter entre 14 e 24 anos, de acordo com a Lei 10.097/2000, que rege os Aprendizes
· É obrigatório ter os seguintes documentos: Carteira de Identidade/CPF/ Carteira de Trabalho
Os aprendizes receberão uma bolsa-auxílio, Vale transporte, depósitos correspondentes ao FGTS e INSS.
Os interessados deverão enviar o currículo para o e-mail recrutaselecao2010@ yahoo.com. br. No assunto favor informar o cód. APRENDIZ
Multipliquem....
Bjs
H. STERN
Empresa mundialmente reconhecida pelo design diferenciado e produtos de alta qualidade, seleciona para atuar na Zona Sul do Rio de Janeiro:
APRENDIZES ADMINISTRATIVOS
Pré-requisitos:
- Ensino médio completo ou em curso
- Não ter feito nenhum curso de aprendiz nos últimos 6 meses
- Ter entre 14 e 24 anos, de acordo com a Lei 10.097/2000, que rege os Aprendizes
· É obrigatório ter os seguintes documentos: Carteira de Identidade/CPF/ Carteira de Trabalho
Os aprendizes receberão uma bolsa-auxílio, Vale transporte, depósitos correspondentes ao FGTS e INSS.
Os interessados deverão enviar o currículo para o e-mail recrutaselecao2010@ yahoo.com. br. No assunto favor informar o cód. APRENDIZ
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